Cultive Revisão Bibliográfica Núcleo de Pesquisa Estação de Pesquisa 01 · Cultive Eucalipto · jul/2026
Cultive · Base científica compilada (Estação de Pesquisa 01 + literatura)

Eucalipto — Fertilidade, Nutrição Foliar e Fitossanidade

Revisão bibliográfica aplicada da cultura do eucalipto, construída sobre o acervo científico compilado da Cultive: 3.863 artigos sobre eucalipto triados de 51 fontes (repositórios Embrapa/Alice, Revista Brasileira de Ciência do Solo, Planta Daninha, Summa Phytopathologica, Neotropical Entomology e periódicos internacionais), sintetizados em três núcleos temáticos com recomendações práticas para consultoria.

3.863
artigos de eucalipto na base
685
referências curadas
290
referências citadas
5
núcleos temáticos
51
fontes científicas
Como esta revisão foi construída. Partimos do projeto compilado de artigos científicos da Cultive (base Estação de Pesquisa 01 + 51 fontes de literatura, ~630 mil artigos indexados). A base Estação de Pesquisa 01 de ensaios é de culturas anuais (soja, feijão, milho, sorgo), portanto o conteúdo específico de eucalipto foi extraído da literatura: 3.863 artigos foram triados por termos da cultura, classificados nos núcleos e depurados de ruído (óleos essenciais/uso medicinal, tecnologia da madeira). Foram curadas 685 referências e sintetizadas 290 citadas ao longo do texto. Cada marcação como esta leva ao card da referência (com DOI/link). As caixas Recomendação Cultive traduzem a evidência em conduta de campo.

Fertilidade do Solo — Adubação e Correção

62 referências citadas · 175 curadas · 907 artigos de eucalipto triados
Leituras-chave do núcleo
FE-002 Calagem aumentou MS e eficiência de P em E. dunnii; SFT foi a fonte mais eficiente e a calagem alta reduziu a eficiência do fosfato de Gafsa.FE-085 A calagem elevou a produção de MS e reduziu os níveis críticos de P no solo e na planta, tornando o fósforo mais eficiente.FE-003 Interação calagem x P é clone-dependente: os teores de P influenciam a necessidade de calagem entre clones.FE-005 Resposta quadrática da altura à dose de P2O5, com ponto de máxima em torno de 110 kg/ha em Plintossolo de RO.FE-158 Ciclos sucessivos de eucalipto reduziram Ca, Mg, K e pH e elevaram Al; só o P subiu — exige doses maiores que as usuais.FE-164 Definiu classes de fertilidade do solo e faixas de suficiência de macronutrientes calibradas especificamente para eucalipto.FE-166 Teores foliares N=13,55; K=8,52; Ca=7,12; Mg=2,44; S=1,76; P=1,33 g/kg; 69% da biomassa no lenho (balanço solo-planta no DF).FE-160 Eficiência nutricional varia entre clones: I144 > 386 > 58 ≈ GG100 > VM1 > I042, com I144 superior para N, P, K, Mg e S.FE-169 K é dos nutrientes mais acumulados e exportados; doses de 90-180 kg/ha de K2O aumentaram a biomassa em Entisol de Cerrado.FE-091 Clones diferem na exigência de K; o K regula estômatos e melhora o uso da água sob seca prolongada no oeste da Bahia.FE-063 Árvores bem supridas de K transportam carbono no floema com velocidade duas vezes maior (marcação 13C).FE-008 Potássio (KCl) e disponibilidade hídrica alteram a alocação do carbono recém-assimilado no eucalipto (13C).FE-130 120 kg/ha de K2O na forma de fonolito não diferiu do KCl no DAP de E. urophylla após seis anos.FE-172 Eucalipto tem baixa resposta ao N; N mineralizado ~58 mg/kg, sem diferença entre plantios de 1 a 13 anos.FE-032 Sulfato de amônio com inibidor de nitrificação (SA-DCD) dobrou a eficiência de uso do N frente à ureia.FE-139 Consórcio com Acacia mangium elevou a mineralização líquida de N do solo em 2,5-3,5x frente ao eucalipto puro adubado.FE-127 Interação N x K no estabelecimento: altura máxima de 7,8 m com 200 kg/ha de N + 50 kg/ha de K em Latossolo amazônico.FE-013 Cinza de madeira deu a maior produtividade de madeira, superando o calcário dolomítico em solo de baixa fertilidade.FE-174 Níveis críticos de Zn para mudas em Cerrado são baixíssimos: ≤0,23 mg/dm³ (Mehlich-1) e 0,05 mg/dm³ (DTPA).FE-086 A disponibilidade de boro foi o atributo do substrato que mais explicou a produção de biomassa das mudas de eucalipto.FE-087 Organomineral de fosfato reativo de Bayovar + conteúdo ruminal igualou o tratamento-referência na produção de mudas.FE-145 Biochar de eucalipto forneceu Ca, P e K e aumentou o rendimento e a eficiência de uso do N em rotação arroz-cana.FE-128 Lixo urbano compostado aumentou o volume de madeira de E. grandis em 45,6% frente à testemunha.FE-074 Compactação reduz a eficiência de recuperação do P e a adubação fosfatada NÃO compensa seus efeitos deletérios.FE-163 Manter os resíduos de colheita, sobretudo a casca, atenua a perda de produtividade por compactação e preserva o C do solo.FE-030 Dejeto líquido de suínos a 80 m³/ha (ou 10 m³/ha + SFT) igualou o NPK mineral no crescimento inicial do eucalipto.

Panorama e exigência nutricional do eucalipto

O eucalipto responde por cerca de 68% dos ~7 milhões de hectares de plantios florestais do Brasil FE-001FE-097, e seu salto de produtividade foi construído sobre solos frágeis, de baixa fertilidade natural, sob rotações sucessivas que impõem intensa exportação de nutrientes e risco de depleção do sítio FE-041FE-053.

A evidência da base mostra que os maiores teores estão nas folhas — em Eucalyptus urophylla × E. grandis aos 60 meses no DF: N = 13,55; K = 8,52; Ca = 7,12; Mg = 2,44; S = 1,76 e P = 1,33 g kg⁻¹ — mas a maior parte do conteúdo total fica no lenho (69% da biomassa seca) FE-166FE-093. O potássio é dos nutrientes mais acumulados e o mais exportado pela colheita, agravado em Cerrado, onde sua disponibilidade é muito baixa FE-169. A ordem de exigência coloca N e K no topo, com Ca relevante; a eficiência é clone-dependente (em solução nutritiva: I144 > 386 > 58 ≈ GG100 > VM1 > I042) FE-160. Descascar a madeira no campo, deixando a casca no talhão, aumentou o suprimento de nutrientes em 8–11% FE-001FE-097. Ao longo de vários ciclos no Vale do Rio Doce houve redução de Ca²⁺, Mg²⁺, K⁺ e pH e aumento de Al³⁺ — só o P (Mehlich-1) subiu —, sinalizando necessidade de doses maiores que as usuais FE-158. Já existem faixas de suficiência de macronutrientes calibradas por boundary line para eucalipto FE-164.

Correção do solo: calagem e gessagem

Nos solos ácidos e álicos onde o eucalipto cresce, a calagem é alicerce. Em E. dunnii sobre Cambissolo alumínico, a calagem (elevar o pH em água a 5,5 pelo método SMP) aumentou a matéria seca, o crescimento e o acúmulo e a eficiência de uso do P FE-002FE-085. As maiores produções ocorreram no maior nível de calagem e — ponto prático — os níveis críticos de P no solo e na planta caíram com a calagem, ou seja, corrigir a acidez "faz o fósforo render mais" FE-085. A resposta é clone-dependente: os teores de P influenciam a necessidade de calagem entre clones FE-003. Em E. pellita na Orinoquia colombiana, o dolomítico (0–3 Mg ha⁻¹) teve efeito de linear a logarítmico conforme o local FE-092FE-025.

Recomendação Cultive corrigir a acidez ANTES de definir a dose de fósforo — a calagem reduz o nível crítico de P e potencializa o adubo fosfatado FE-085FE-002.

Dois riscos: calagem excessiva reduz a eficiência de fosfatos naturais reativos (Gafsa) FE-002; e estoques altos de Ca e Mg em profundidade podem indicar lixiviação do calcário, reforçando a incorporação/subsolagem no preparo FE-001FE-097.

Fósforo — o nutriente crítico

O P é o gargalo clássico: pouco móvel e fortemente adsorvido nos Latossolos FE-147. Sob doses de 0 a 150 kg ha⁻¹ de P₂O₅, a resposta em altura foi quadrática, com ponto de máxima em torno de 110 kg ha⁻¹ de P₂O₅ FE-005, e o P está entre as variáveis de solo mais importantes para prever a altura das árvores FE-102. Quanto à fonte, o superfosfato triplo (SFT) foi a mais eficiente, e a aplicação incorporada superou a localizada FE-002. Fosfatos naturais reativos (Gafsa, Bayovar) perdem eficiência sob calagem alta FE-002, mas um organomineral de Bayovar + conteúdo ruminal igualou o tratamento-referência em mudas FE-087. Solubilizadores microbianos de P são complemento em teste FE-056FE-050. Alerta operacional: a compactação reduz a recuperação do P, e a adubação fosfatada NÃO a compensa — não adianta reforçar P sem cuidar da física do solo FE-074.

Nitrogênio e Potássio

Nitrogênio. O eucalipto tem baixa resposta à adubação nitrogenada, sustentado pela mineralização da matéria orgânica: em plantios de 1 a 13 anos o N mineralizado foi ~58 mg kg⁻¹, sem diferença entre idades FE-172. As formas NH₄⁺/NO₃⁻ variam com clima e manejo FE-010 e não há preferência marcante entre nitrato e amônio FE-146. Quando se aduba, fontes de eficiência aumentada ajudam: o sulfato de amônio com inibidor de nitrificação (SA-DCD) dobrou a eficiência de uso do N ante a ureia FE-032. O consórcio com Acacia mangium elevou a mineralização líquida de N em 2,5–3,5 vezes frente ao eucalipto puro adubado FE-139FE-133, e a altura máxima (7,8 m) ocorreu com 200 kg ha⁻¹ de N + 50 kg ha⁻¹ de K FE-127.

Potássio. Além de muito exportado FE-169, o K comanda a economia hídrica: regula estômatos e melhora o uso da água, decisivo sob déficit hídrico — no oeste da Bahia, clones diferem na exigência de K (0–120 kg ha⁻¹ de K₂O) FE-091. Marcações com ¹³C mostraram que árvores bem supridas de K transportam carbono no floema com velocidade duas vezes maior FE-063FE-008. Em Neossolo Quartzarênico, 90–180 kg ha⁻¹ de K₂O (KCl) aumentaram a biomassa FE-169, e 120 kg ha⁻¹ de K₂O como fonolito não diferiram do KCl após seis anos FE-130.

Micronutrientes e enxofre no solo (B, Zn, Cu, Mn)

Com clones mais exigentes, deficiências de B, Cu e Zn ficaram frequentes, sobretudo em Cerrado FE-174. Para o zinco, os níveis críticos são baixíssimos — ≤ 0,23 mg dm⁻³ (Mehlich-1) e 0,05 mg dm⁻³ (DTPA) FE-174. O boro merece destaque: em substratos, sua disponibilidade foi o atributo que mais explicou a biomassa das mudas FE-086, e é reponível mesmo em manejo integrado com herbicidas em silvipastoril FE-126. O enxofre aparece no tecido (~1,76 g kg⁻¹) FE-166 e pode vir junto ao N via sulfato de amônio FE-032. Cuidado com fontes: lodo de papel reduziu o Mn radicular, embora tenha servido de fonte de Ca FE-113FE-098; dejetos de suínos elevam Cu e Zn disponíveis, exigindo monitoramento em aplicações repetidas FE-038FE-043.

Resíduos, condicionadores e adubação orgânica

O repertório de resíduos aproveitáveis é amplo, sempre com dose calibrada. A cinza de madeira deu a maior produtividade, superando o calcário dolomítico em solo pobre FE-013, e eleva K e Ca FE-131; já o lodo celulósico/de papel serve de corretivo e fonte de Ca, mas em dose alta prejudica a planta FE-017FE-098. Dejeto líquido de suínos a 80 m³ ha⁻¹ (ou 10 m³ ha⁻¹ + SFT) igualou o NPK mineral no crescimento inicial FE-030FE-022. O biochar de eucalipto fornece Ca, P e K e melhora a eficiência de uso do N FE-145FE-028. Organominerais e pó de rocha aumentaram a produtividade (15 vs 8,2 m³ ha⁻¹) FE-061FE-087, e o lixo urbano compostado rendeu +45,6% no volume de madeira FE-128. A ciclagem via serapilheira é peça-chave: consórcios com acácia depositam serapilheira de melhor qualidade (mais N e P, menor C:N) e aumentam as frações lábeis de C e P no solo FE-082FE-096.

Manejo da adubação no ciclo (plantio, cobertura, manutenção, fertirrigação, iLPF)

A adubação distribui-se em etapas. No arranque, P e K no plantio com coroamento cerca de três meses depois sustentam o crescimento inicial FE-005FE-019. Em viveiro, adubos de liberação lenta e a combinação KCl + MAP melhoram a muda FE-039FE-114. Ao longo do ciclo, a chave é sincronizar oferta e demanda, que variam com a densidade populacional FE-162. Na colheita/reforma, manter os resíduos — sobretudo a casca — atenua a perda de produtividade por compactação e preserva o carbono FE-163FE-103. Nos sistemas integrados (iLPF), os renques exigem doses de N ajustadas por posição relativa às árvores FE-007FE-109, e o consórcio com leguminosas fixadoras (acácia) é a via mais robusta de reposição biológica de N FE-045FE-042.

Recomendações práticas Cultive

  • Amostrar solo (0–20 e 20–40 cm) e tecido foliar, comparando com faixas de suficiência calibradas para eucalipto, não com padrões de culturas anuais FE-164FE-166.
  • Corrigir a acidez primeiro (alvo pH ~5,5 pelo SMP): a calagem eleva a matéria seca e reduz o nível crítico de P FE-085FE-002.
  • P de arranque com SFT incorporado, mirando ~110 kg ha⁻¹ de P₂O₅ em solos deficientes; fosfato reativo só onde a calagem não for alta FE-005FE-002.
  • Priorizar o potássio — o mais exportado — em Cerrado e sob seca; 90–180 kg ha⁻¹ de K₂O respondem, e o fonolito substitui parte do KCl FE-169FE-091FE-130.
  • Ser parcimonioso com N mineral: dada a baixa resposta, preferir fontes de eficiência aumentada (SA-DCD) e/ou consórcio com acácia FE-172FE-032FE-139.
  • Não esquecer os micros em Cerrado: monitorar e repor B, Zn e Cu, de níveis críticos muito baixos FE-174FE-086.
  • Aproveitar resíduos locais (cinza, dejeto suíno, organomineral, biochar, composto) com dose calibrada FE-013FE-030FE-145FE-061.
  • Cuidar da física do solo: subsolagem/descompactação são pré-requisito — a adubação de P não compensa a compactação FE-074FE-163.

Lacunas e oportunidades de pesquisa

A base é rica em ensaios de casa de vegetação e crescimento inicial, mas escassa em experimentos de longo prazo e a nível de rotação que fechem o balanço aporte × exportação e validem doses de manutenção após vários ciclos FE-158FE-041. Faltam calibrações de gesso agrícola e enxofre para subsuperfície (quase ausentes no corpus) e curvas de resposta de micronutrientes (B, Zn, Cu) por classe de solo e por clone FE-174. A eficiência clone-específica pede recomendação segmentada por material genético, ainda incipiente FE-160FE-170. Por fim, há oportunidade clara em bioinsumos (solubilizadores de P, diazotróficos) e no uso sistemático de resíduos e organominerais como substitutos parciais do adubo mineral — comprovados em escala experimental, mas carentes de protocolos de dose e segurança para o campo FE-050FE-056FE-087FE-145.

Nutrição Foliar

19 referências citadas · 95 curadas · 166 artigos de eucalipto triados
Leituras-chave do núcleo
FO-067 DRIS descreveu melhor o estado nutricional que o nível crítico em clones de E. grandis; P, S e Ca foram os macros mais deficientes.FO-085 Norma DRIS (~1.986 árvores): deficiência de N e Ca diminui com a idade da árvore, enquanto a de P aumenta; varia por material genético.FO-084 B tem mobilidade no floema: 14-18% do B do tecido novo veio de aplicação foliar em folha madura; deficiência de B causa grandes perdas no Cerrado.FO-083 Aplicação foliar de B numa folha madura recuperou plantas deficientes; B complexado (ácido bórico+manitol) é mais móvel; resposta genótipo-dependente.FO-045 Deficiência de micros (B, Cu, Zn) emerge na silvicultura clonal em Cerrado; nível crítico de Zn ≤0,23 mg/dm³ (Mehlich-1) no solo.FO-046 Cobre entre os micros deficientes na silvicultura clonal de Cerrado; nível crítico de Cu ≤0,12 mg/dm³ (Mehlich-1) no solo.FO-059 Forma e dose de N na fertirrigação ajustam estado nutricional e biomassa de minicepas de E. dunnii no minijardim clonal.FO-008 Insumo aplicado ao substrato altera teores foliares e o CUB (coeficiente de utilização biológica) em mudas de E. benthamii.FO-034 Silicato de Ca/K via substrato ou foliar foi inadequado ao crescimento de mudas de E. grandis quando o substrato já era equilibrado.FO-036 Em campo (savana amazônica), teor foliar acompanhou doses de N, P, K; interação N×K na altura; adubação de solo dirige o crescimento.FO-061 Teores foliares de N, P e K variam de forma mensurável sob diferentes esquemas de adubação — folha como termômetro da resposta.FO-063 Teores foliares de nutrientes em E. grandis jovem respondem à aplicação de biossólido.FO-087 Teor foliar baixo de Mg associado à seca de ponteiros de E. grandis, em interação com o inseto Ctenarytaina spatulata.FO-043 Folha de eucalipto tem cera epicuticular abundante (predomínio de hidrocarbonetos), que varia entre clones — barreira à penetração foliar.FO-047 Fosfito e silício foliares reduziram bacteriose e mantiveram uniformidade/qualidade de mudas de eucalipto em viveiro.FO-082 Estado nutricional foliar das minicepas associa-se ao enraizamento das miniestacas, de modo genótipo-dependente.

Diagnose foliar: por que e como

A folha é o órgão-indicador do estado nutricional do eucalipto: nela o nutriente se acumula em função da oferta do solo e da demanda de crescimento, o que permite "ler" a nutrição por análise de tecido. Duas abordagens dominam a interpretação: o nível crítico (teor abaixo do qual há perda de crescimento) e o DRIS, que trabalha por relações entre nutrientes. Comparados nos mesmos clones de Eucalyptus grandis, o DRIS descreveu melhor o estado nutricional em função da idade e do tipo de solo, e apontou menos árvores deficientes do que o nível crítico; por este último, P, S e Ca foram os elementos mais frequentemente deficientes, enquanto o DRIS destacou o Ca, sobretudo em árvores de 1 ano em solos arenosos FO-067. O estado nutricional muda com a idade e com o material genético: em base de ~1.986 árvores, as deficiências de N e Ca tenderam a diminuir com a idade da árvore, ao passo que a de P aumentou FO-085. A lição prática é amostrar a folha de forma padronizada (mesma posição, idade e clone) e interpretar por idade/genótipo, não por número absoluto isolado.

O teor foliar também funciona como termômetro da resposta à adubação: varia de forma mensurável sob diferentes esquemas de N, P e K FO-061 e responde a biossólido em povoamento jovem de E. grandis FO-063. Em campo (savana amazônica, Latossolo), o teor foliar acompanhou as doses de N, P e K, com interação N×K sobre a altura FO-036. Cautela: nem tudo que a folha "mostra" é nutrição — em toposseqüência, o crescimento se ligou mais à água do que à fertilidade FO-066.

Sintomas visuais de deficiência

O corpus é mais forte em apontar quais nutrientes tendem a faltar do que em descrever chaves visuais detalhadas. Na silvicultura clonal, o plantio de materiais mais produtivos e exigentes fez emergir sintomas de deficiência de micronutrientes — principalmente B e, mais recentemente, Cu e Zn, sobretudo em áreas de Cerrado FO-045FO-046. A deficiência de boro causa perdas expressivas de produtividade em extensas áreas de Cerrado FO-084. Entre os macronutrientes, P, S e Ca aparecem como os mais limitantes na diagnose FO-067, e o Mg foliar baixo foi associado à "seca de ponteiros" de E. grandis (em interação com o inseto Ctenarytaina spatulata) FO-087.

Lacuna de campo descrições sintomatológicas visuais padronizadas (fotoescalas por nutriente) são escassas no material — o diagnóstico visual deve ser sempre confirmado por análise de tecido, não usado isoladamente.

Micronutrientes pela folha (B, Zn, Cu, Mn)

Aqui está o nicho mais legítimo da adubação foliar em eucalipto. O boro é o caso clássico: aplicação foliar numa única folha madura recuperou o crescimento de plantas deficientes, translocando o B para raízes, caule e folhas novas FO-083. A mobilidade no floema foi comprovada com isótopo: 17 dias após aplicar ¹⁰B numa folha madura, 14–18% do B do tecido novo vinha da aplicação foliar — e a redistribuição ocorreu especialmente sob deficiência (em plantas supridas, o B ficou retido na folha) FO-084. Dois refinamentos práticos: a mobilidade e a resposta são genótipo-dependentes (clones diferem na eficiência de uso de B) e o B foliar complexado (ácido bórico + manitol) move-se mais que o não-complexado FO-083. Para Zn e Cu, a evidência do corpus é de diagnóstico de solo (níveis críticos em Cerrado: Zn ≤0,23 mg/dm³ Mehlich-1; Cu ≤0,12 mg/dm³ Mehlich-1) FO-045FO-046, sem ensaios foliares dedicados — e o Mn foliar praticamente não aparece (lacuna). No viveiro, produtos foliares de fosfito e silício ajudaram a manter sanidade e uniformidade/qualidade das mudas FO-047.

Adubação foliar no viveiro e na formação de mudas

É no viveiro — sistema fechado, fertirrigado, com muda de tecido tenro — que a via foliar/fertirrigada rende mais. A forma e a dose de N na fertirrigação ajustam o estado nutricional e a produção de biomassa de minicepas de E. dunnii no minijardim clonal FO-059, e o estado nutricional das minicepas (teores foliares) se associa ao enraizamento das miniestacas, de modo genótipo-dependente FO-082. Insumos aplicados ao substrato/muda alteram os teores foliares e o CUB — coeficiente de utilização biológica — em mudas de E. benthamii FO-008. Fertirrigação alternativa (águas residuárias tratadas) produziu mudas sadias de E. grandis, mas o adubo mineral foi, em geral, superior e a muda exigiu mais tempo em viveiro FO-065.

Cautela importante silicato de Ca/K via substrato ou foliar foi inadequado para o crescimento de mudas de E. grandis quando o substrato já tinha composição básica e pH equilibrados FO-034 — foliar não é "reforço universal".

Alcance e limites da nutrição foliar em floresta plantada

O grosso da nutrição do eucalipto adulto é, e deve ser, via solo: as respostas de crescimento em campo vêm de N, P e K aplicados ao solo FO-036, de correções e biossólidos que mudam a química do solo e a absorção de macro e micronutrientes FO-081, e os próprios diagnósticos de micro (Zn, Cu) usam níveis críticos no solo FO-045FO-046. Há duas razões de fundo. Primeira, barreira física: a folha do eucalipto tem cera epicuticular abundante (predomínio de hidrocarbonetos), variável entre clones FO-043 — cutícula cerosa dificulta a penetração foliar de sais. Segunda, volume de demanda: uma floresta que exporta toneladas de biomassa não se supre em macronutrientes por pulverização. Mesmo o boro, onde o foliar funciona, entrega só uma fração (14–18%) ao tecido novo FO-084. O lugar da via foliar é, portanto, complementar e corretivo: correção rápida de micros (B sobretudo), manejo no viveiro e situações pontuais — nunca substituindo a adubação de solo.

Recomendações práticas Cultive

Separando evidência (o que os estudos mostram) da decisão Cultive (como operacionalizar), cada bullet traz o ID que o sustenta.
  • Diagnose primeiro. Padronizar amostragem foliar e interpretar por DRIS + nível crítico, estratificando por idade e material genético FO-067FO-085.
  • Boro é prioridade de monitoramento no Cerrado. Onde houver deficiência, usar B foliar complexado como correção rápida, ciente de que a base do suprimento é o solo FO-084FO-083.
  • Vigiar o trio B–Cu–Zn na silvicultura clonal; diagnosticar Cu/Zn por análise de solo (níveis críticos) e não presumir correção foliar FO-045FO-046.
  • Viveiro é o território da via foliar/fertirrigada: calibrar forma e dose de N pela nutrição e pelo CUB da muda FO-059FO-008.
  • Não aplicar silicato foliar por rotina em substrato/solo já equilibrado — sem resposta comprovada FO-034.
  • Monitorar Mg foliar em talhões com histórico de seca de ponteiros FO-087.
  • Usar o teor foliar como termômetro da resposta à adubação de N, P, K FO-061FO-063.
  • Tratar o foliar como complemento, não substituto — macronutrientes de floresta plantada vão pelo solo; a cutícula cerosa limita a via foliar FO-036FO-043.

Lacunas e oportunidades

O corpus "foliar" é, na prática, dominado por doenças foliares e índice de área foliar — há pouquíssimo ensaio de adubação foliar de macronutrientes a campo. Faltam: (i) chaves sintomatológicas visuais por nutriente para eucalipto moderno; (ii) faixas de suficiência regionalizadas e por clone atual; (iii) evidência de campo para Zn, Cu e Mn foliares (hoje só há diagnóstico de solo) FO-045FO-046; (iv) comparações a campo de formulações complexadas/quelatadas de B, que in vitro se mostraram mais móveis FO-083. São oportunidades para a Cultive gerar dado proprietário — ensaios simples de curva-resposta foliar (B complexado; micros) e uma biblioteca de fotoescalas próprias.

Fitossanidade — Doenças

89 referências citadas · 150 curadas · 592 artigos de eucalipto triados
Leituras-chave do núcleo
DO-019 30 anos de patologia florestal Embrapa: mapa das doencas de viveiro e campo do eucalipto no Sul do BrasilDO-006 Mancha de Cylindrocladium candelabrum em E. benthamii: incidencia 2,6-43,8% e severidade 1,2-2,9, ligada a chuva e alturaDO-003 Zoneamento climatico da mancha de C. candelabrum: verao quente-umido e critico; ajustar epoca de plantio reduz infeccaoDO-133 Epidemiologia de Cylindrocladium pteridis: penetra por estomatos; severidade sobe com inoculo, molhamento 6-48h, idade e base do troncoDO-105 Producao massal e inoculacao de Calonectria pteridis; temperatura otima de infeccao ~26 C; util para triagem de clonesDO-096 Teratosphaeria nubilosa (mancha de micosferela) em E. globulus no Sul/Sudeste; especie muito suscetivelDO-080 Teratosphaeria destructans, das mais devastadoras; metodo de escore de resistencia para fenotipagem de clonesDO-084 Biologia de infeccao: T. destructans germina a 25-30 C e T. epicoccoides a 15-20 C; ambos penetram por estomatosDO-078 Puccinia psidii em plantios da Australia; hospeda >445 especies/72 generos; reduz crescimento, deforma haste e mataDO-098 Mapa de risco da ferrugem ES/BA: 18-25 C (otimo 23) + molhamento noturno >6h por 5-7 dias favorecem a doencaDO-097 Controle quimico a campo da ferrugem: tebuconazol+trifloxistrobina e azoxistrobina eficazes e economicamente viaveisDO-037 E. pellita como fonte de resistencia a ferrugem; herdabilidade estreita 32,7-37,3%; genes de efeito maior e menorDO-033 Resistencia a Chrysoporthe cubensis com herdabilidade ampla ~81%; lesao no xilema e o melhor criterio de selecaoDO-024 Favorabilidade climatica ao cancro basal (Botryosphaeria) em E. benthamii: 23,3-24,2 C e 1.620-1.910 mm/anoDO-034 Resistencia a Ceratocystis fimbriata: forte controle genetico (h2 ~50%), ganho de selecao ate -74,4% na lesaoDO-067 Ceratocystis fimbriata e nativo do solo e disseminado por estacas de arvores doentes e ferramentas de corteDO-007 Murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum biovar 1) grave no Norte, em areas recem-desmatadas quentes e umidasDO-081 Primeiro relato de Ralstonia syzygii causando murcha bacteriana em eucalipto no Brasil, em viveiroDO-035 Mancha foliar bacteriana por Xanthomonas axonopodis pv. eucalyptorum, sobretudo em viveiro; taxonomia polifasicaDO-107 Condicoes para Xanthomonas axonopodis: 4o par de folhas, 12h de agua livre e 26-30 C maximizam a severidadeDO-111 Filtracao lenta em areia da agua reciclada erradica Ralstonia, Cylindrocladium candelabrum e Botrytis em viveiroDO-013 Trichoderma atroviride reduz mofo cinzento (Botrytis) em E. benthamii de forma semelhante ao fungicida iprodioneDO-045 Silicato de potassio controla oidio (Oidium eucalypti) em mudas de E. benthamii; aplicacao por 14 dias e a melhorDO-108 Colletotrichum theobromicola causa desfolha, anelamento de haste e morte de miniestacas de eucalipto no BrasilDO-028 Eucalipto e hospedeiro de Pratylenchus brachyurus (multiplica) e Meloidogyne incognita: risco em iLPFDO-090 Vale do Rio Doce shoot dieback: disturbio abiotico por hipoxia e excesso de Mn/Fe que mimetiza doenca biotica

Panorama fitopatológico do eucalipto no Brasil

A eucaliptocultura brasileira ocupa cerca de 7,8 milhões de hectares (76% das florestas plantadas em 2023) DO-081DO-026, em plantios majoritariamente clonais do híbrido "urograndis" (Eucalyptus grandis × E. urophylla). Trinta anos de patologia florestal da Embrapa mapearam o quadro: em viveiro — tombamento, morte de estacas e miniestacas, mofo cinzento, oídio, ferrugem e manchas foliares; em campo — cancros de haste e tronco, murchas vasculares, ferrugem, manchas foliares (fúngicas e bacterianas), podridão de cerne e o complexo Seca de Ponteiros de Arapoti DO-019. As doenças concentram-se nos estágios iniciais (viveiro e plantios jovens até ~2 anos), agravando-se em regiões quentes e úmidas — o Acre é emblemático, com múltiplos patossistemas já na implantação DO-027DO-011. Como a base genética é estreita e clonal, a suscetibilidade de um clone se espalha por grandes áreas, tornando resistência e zoneamento os eixos do manejo.

Manchas foliares e desfolhas (Cylindrocladium/Calonectria, Teratosphaeria/Mycosphaerella)

Complexo Cylindrocladium/Calonectria — o mais citado na base. O agente (Calonectria spp., anamorfo Cylindrocladium: C. candelabrum, C. scoparium, Calonectria pteridis) causa mancha foliar e desfolha desde o primeiro ano de plantio DO-094. Em E. benthamii em Rio Negrinho-SC, a incidência de árvores com mancha variou de 2,6 a 43,8% e a severidade de 1,2 a 2,9 (escala 0–5), em relação direta com a precipitação e com a altura da árvore DO-006DO-048. O verão quente e úmido é o período crítico, e o zoneamento climático indica ajustar a época de plantio para escapar do pico de infecção DO-003. Epidemiologia: penetração via estômatos, com severidade crescente conforme concentração de inóculo, duração do molhamento foliar (6–48 h), idade da planta (60–180 dias) e maior na base do tronco DO-133; a temperatura ótima de infecção fica em torno de 26 °C DO-105. Coocorrem Kirramyces epicoccoides (= Teratosphaeria epicoccoides) e Pestalotiopsis nas mesmas lesões DO-016DO-051DO-054.

Teratosphaeria/Mycosphaerella (mancha de micosferela / MLD) — T. nubilosa ataca E. globulus, espécie das mais suscetíveis, no Sul e Sudeste DO-096; mais de 30 espécies de Mycosphaerella já foram descritas em E. globulus e E. nitens DO-145. T. destructans é a mais destrutiva (queima de folhas e ponteiros) e T. pseudoeucalypti já foi relatada no Brasil DO-080DO-109. A biologia de infecção difere pela temperatura: T. destructans germina melhor a 25–30 °C e T. epicoccoides a 15–20 °C, ambas penetrando por estômatos DO-084.

Evidência sobre clima/CO₂: o aumento da concentração de CO₂ atmosférico tende a reduzir a severidade das manchas foliares e a estimular o crescimento das mudas DO-004DO-046DO-001 — efeito relevante ao interpretar cenários futuros, porém medido majoritariamente em folha destacada/muda.

Ferrugem do eucalipto (Puccinia psidii / Austropuccinia psidii)

Agente _Puccinia psidii_ (= _Austropuccinia psidii_, "myrtle rust"), uma das doenças mais limitantes; ataca folhas, hastes e brotações jovens no viveiro e no campo, reduzindo crescimento, deformando a haste e podendo matar a planta; tem amplíssima gama de hospedeiros (>445 espécies em 72 gêneros de Myrtaceae) DO-078. Condições predisponentes bem definidas: temperatura de 18–25 °C (ótimo 23 °C) somada a molhamento foliar noturno acima de 6 h por 5–7 dias consecutivos DO-098DO-100. Há mapas de risco para ES/extremo sul da BA e para a Região Sul DO-098DO-126DO-127.

Manejo (evidência): a resistência genética é a tática central — E. pellita é fonte promissora (herdabilidade estreita 32,7–37,3%, genes de efeito maior e menor) DO-037; há QTLs aditivos e não aditivos DO-049DO-132; ~60% de E. globulus e ~50% de E. nitens foram resistentes DO-134; parâmetros monocíclicos aceleram o ganho DO-099DO-095. Controle químico: tebuconazol + trifloxistrobina, azoxistrobina e tebuconazol reduzem a severidade com viabilidade econômica a campo DO-097. Indução de resistência: ASM (acibenzolar-S-metil/Bion), preparado de Saccharomyces cerevisiae e Ecolife elevam quitinase/peroxidase e reduzem a doença DO-091DO-110.

Cancros e seca de ponteiros (Chrysoporthe, Botryosphaeria/Ceratocystis)

_Chrysoporthe cubensis_ (= _Cryphonectria cubensis_) — cancro de haste/tronco em regiões quentes e úmidas (>23 °C e >1200 mm anuais); a ampla variabilidade genética facilita a seleção de resistentes, com herdabilidade em sentido amplo ~81% e a lesão no lenho (xilema) como melhor critério de seleção DO-033DO-149DO-073. _Botryosphaeria_/_Neofusicoccum_ — cancro basal em E. benthamii no PR/SC, favorecido por temperatura máxima anual de 23,3–24,2 °C e precipitação de 1.620–1.910 mm DO-024DO-025; Neofusicoccum australe também relatado em E. globulus DO-150. _Ceratocystis fimbriata_ (murcha/seca) — patógeno nativo e habitante do solo, disseminado antropicamente por mudas/estacas colhidas de árvores doentes e por ferramentas de corte DO-067DO-074; a resistência tem forte controle genético (herdabilidade estreita ~50%, ganho de seleção de até −74,4% no tamanho da lesão; clones diferem muito) DO-034DO-147, e há biocontrole de solo com Trichoderma harzianum e Purpureocillium lilacinum DO-104. A Seca de Ponteiros de Arapoti em E. grandis associa-se a temperaturas altas com chuvas escassas DO-113; a bactéria Erwinia psidii também causa seca-de-ponteiros DO-026, e há podridão de cerne em árvores vivas DO-141. Atenção ao distúrbio abiótico VRDSD (hipoxia + excesso de Mn/Fe em solos mal drenados), que mimetiza cancro/seca e exige diagnóstico diferencial DO-090.

Murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum) e outras bacterioses

Murcha bacteriana (_Ralstonia solanacearum_, RSSC) — grave em viveiro e plantio, favorecida por altas temperaturas/umidade e áreas recém-desmatadas (relatos no Acre) DO-007DO-011; a biovar 2 infecta "urograndis" e adapta-se facilmente a novos hospedeiros DO-112; há o primeiro relato de R. syzygii no Brasil (viveiro) DO-081 e de R. solanacearum no Equador com 40% de incidência DO-083. Mancha foliar bacteriana — Xanthomonas axonopodis pv. eucalyptorum, sobretudo em viveiro, reduz área fotossintética e desfolha DO-035DO-124; condições ótimas: 4º par de folhas expandidas, 12 h de água livre na folha e 26–30 °C DO-107. Também ocorrem X. euvesicatoria pv. eucalypti (Indonésia) DO-069 e Pantoea agglomerans (África do Sul) DO-146. Manejo (evidência): fosfito + silício em muda DO-092, antibióticos/rizobactérias como Bacillus subtilis DO-136 e metabólitos de Pseudomonas sp. que reduziram as lesões em 89,7–93,9% DO-106.

Doenças de viveiro e de raiz (mela/Rhizoctonia, tombamento, podridões, nematoides)

Tombamento/mela — Rhizoctonia, Pythium, Phytophthora e Cylindrocladium favorecidos pela umidade alta, tecido tenro e adensamento das mudas DO-121. Mofo cinzento (_Botrytis cinerea_) — causa mortalidade em E. benthamii e E. dunnii; sem fungicida registrado para eucalipto, o que impulsiona o biocontrole: Trichoderma atroviride iguala o iprodione DO-013DO-102, Wickerhamomyces anomalus inibe 59,9–86,9% DO-038DO-057 e Gliocladium roseum também atua DO-128; atenção à resistência de _B. cinerea_ a piraclostrobina/tiofanato/fenexamida/boscalida já detectada DO-079. Oídio (_Oidium eucalypti_) — silicato de potássio DO-045DO-060, antagonistas DO-130 e fungicidas piraclostrobina+epoxiconazol/triadimenol DO-139DO-135. Antracnose (_Colletotrichum theobromicola_) — desfolha, anelamento de haste e morte de miniestacas DO-108. Podridão de miniestacas — Botrytis, Fusarium, Cylindrocladium e outros, com fontes de inóculo em substrato, areia e tubetes DO-052DO-014. Nematoides — o eucalipto é hospedeiro de Pratylenchus brachyurus (que multiplica) e Meloidogyne incognita DO-028, e clones reagem diferentemente a M. enterolobii DO-143 — risco a ser avaliado em iLPF. Água de irrigação reciclada dissemina patógenos; a filtração lenta em areia erradica Ralstonia solanacearum, Cylindrocladium candelabrum e Botrytis cinerea DO-111. Podridões de raiz/colo por Phytophthora aparecem em contexto internacional DO-148DO-144.

Bases do manejo integrado de doenças

  • Resistência genética/seleção clonal — eixo do controle para ferrugem, Cylindrocladium, cancros e Ceratocystis DO-033DO-034DO-037DO-047DO-053DO-071DO-050; a hibridação amplia a resistência e o potencial produtivo DO-020.
  • Sanidade de viveiro — água filtrada DO-111, eliminação de fontes de inóculo em substrato/tubetes DO-052 e não coletar estacas de matrizes doentes DO-067.
  • Silvicultura e zoneamento — casar espécie × sítio × época de plantio com mapas de risco DO-003DO-098DO-024DO-100; consórcios/agroflorestas podem alterar a pressão de doença DO-103DO-025.
  • Controle químico e indução — fungicidas na ferrugem DO-097 e no oídio DO-139; ASM, silício e fosfito como indutores DO-091DO-045DO-092.
  • Controle biológico — Trichoderma e leveduras endofíticas contra manchas, mofo cinzento e murcha vascular DO-043DO-013DO-038DO-104.

Recomendações práticas Cultive

- Diversificar clones e priorizar material resistente: evitar mosaico monoclonal suscetível à ferrugem e ao cancro; exigir do fornecedor o histórico de resistência DO-037DO-033DO-099. - Escapismo por zoneamento: ajustar época/local pelos mapas de risco — ferrugem em 18–25 °C + molhamento >6 h; mancha de Cylindrocladium no verão úmido; cancro basal em benthamii DO-098DO-003DO-024. - Blindar o viveiro: adotar filtração lenta de areia na água reciclada e descartar matrizes/estacas doentes para cortar Ralstonia, Cylindrocladium, Botrytis e Ceratocystis DO-111DO-067DO-052. - Vigiar plantios jovens (0–2 anos): intensificar monitoramento de mancha foliar/desfolha, que reduz área foliar desde o 1º ano e se agrava com chuva DO-006DO-094DO-133. - Viveiro sem fungicida registrado: manejar mofo cinzento e oídio com biocontrole (Trichoderma atroviride, Wickerhamomyces) e silício, reservando químico à alta severidade e alternando princípios ativos para evitar resistência DO-013DO-038DO-045DO-079. - Ferrugem economicamente relevante: aplicar tebuconazol+trifloxistrobina/azoxistrobina nas janelas de risco climático, integrado à resistência e a indutores (ASM) DO-097DO-091. - Higiene de corte: desinfestar ferramentas e não movimentar mudas de áreas com Ceratocystis/cancro (patógeno de solo, disseminação antrópica) DO-067DO-104. - Norte e áreas recém-desmatadas quentes-úmidas: tratar a murcha bacteriana como risco prioritário — clones tolerantes, drenagem e não replantar no foco DO-007DO-011DO-083. - Antes de consorciar em iLPF: checar o status de hospedeiro de nematoides (Pratylenchus/Meloidogyne) para não elevar a pressão sobre soja/milho/algodão DO-028DO-143. - Diagnóstico diferencial: separar distúrbio abiótico (VRDSD por hipoxia/Mn; seca de ponteiros por déficit hídrico) de doença biótica antes de qualquer intervenção DO-090DO-113.

Lacunas e oportunidades

  • A base não cobre Quambalaria nem Lasiodiplodia (agentes de mancha/seca de ponteiros citados na literatura mais ampla): cobertura parcial do capítulo de cancros — oportunidade de complementação bibliográfica.
  • Ensaios de fungicida a campo com análise econômica praticamente se restringem à ferrugem DO-097; faltam curvas de dano e limiares de ação para manchas foliares e cancros.
  • A ausência de produtos registrados para viveiro (mofo cinzento/oídio) força o biocontrole e abre frente regulatória DO-013DO-122.
  • Os efeitos de CO₂/clima foram medidos sobretudo em folha destacada/muda; a extrapolação para o povoamento adulto ainda é incerta DO-004DO-100.
  • O dano de produtividade por nematoides em eucalipto permanece pouco quantificado, especialmente em sistemas integrados DO-028.

Fitossanidade — Pragas

77 referências citadas · 150 curadas · 527 artigos de eucalipto triados
Leituras-chave do núcleo
PR-002 Desfolha artificial: E. grandis com 100% de desfolha ja perde crescimento aos 3 meses, proporcional a intensidade do ataque de formigas.PR-060 E. dunnii com 100% de desfolha (simulando Acromyrmex) sofre mortalidade significativa e exige replantio; E. benthamii se recupera.PR-139 Densidade de ninhos e escala de danos por Atta sexdens rubropilosa em plantio inicial de urograndis sem controle.PR-091 Terra diatomacea avaliada contra Atta sexdens rubropilosa, comparada a isca de sulfluramida em plantios de eucalipto.PR-081 Preferencia de corte de Acromyrmex: C. citriodora, E. dunnii e E. globulus sao as especies menos cortadas.PR-004 Percevejo-bronzeado monitorado em SP; na Australia controla-se com imidacloprido injetado no tronco.PR-034 Pico de 2.022 percevejos-bronzeados em outubro (Rio Doce-MG); dano = prateamento e queda foliar.PR-003 Cleruchoides noackae (Mymaridae), parasitoide de ovos, e a base do controle biologico do percevejo-bronzeado.PR-056 Via aerea, bioinseticidas B. bassiana/M. anisopliae tem eficiencia similar a quimicos contra T. peregrinus.PR-027 Zoneamento de favorabilidade mensal (temperatura e UR) para picos de T. peregrinus por estado brasileiro.PR-008 Semioquimicos de ninfas e adultos de T. peregrinus identificados como pistas para feromonios em armadilhas.PR-026 LQC Costa Lima/Embrapa: P. bliteus importado do Mexico (2004-06) deu controle efetivo do psilideo-de-concha.PR-021 Flutuacao de G. brimblecombei: picos out/nov (Sao Simao-SP, 3.948 insetos), monitorados junto a P. bliteus.PR-071 Resistencia varietal: E. camaldulensis altamente suscetivel e E. urophylla resistente ao psilideo-de-concha.PR-068 Silicio via solo (silicato de calcio) e foliar em E. camaldulensis reduz a populacao de G. brimblecombei.PR-095 Bordas com remanescente de cerrado reduzem G. brimblecombei e elevam o parasitismo por microhimenopteros.PR-097 Psyllaephagus pilosus controla Ctenarytaina eucalypti com eficiencia que dispensa outros metodos.PR-019 Liberacao de Selitrichodes neseri contra Leptocybe invasa: 151 parasitoides para 2.392 galhas.PR-022 Selitrichodes neseri, importado da Africa do Sul (2015), recuperado em campo: potencial de estabelecimento.PR-099 Suscetibilidade a L. invasa difere entre clones; o numero de galhas e o parametro para medir resistencia.PR-051 Fungos B. bassiana IBCB-240 e M. anisopliae IBCB-364 sao letais a adultos de Gonipterus platensis.PR-047 Nematoide Steinernema yirgalemense causa 100% de mortalidade em pupas de Gonipterus no solo.PR-142 Gonipterus scutellatus no ES sem o parasitoide de ovos Anaphes nitens, seu principal inimigo natural.PR-045 Besouro-amarelo Costalimaita ferruginea: E. urophylla e urograndis sao as folhas mais preferidas e danificadas.PR-036 Complexo de lagartas desfolhadoras: area atacada saltou de 100 mil (2017) para 860 mil ha (2021); Bt+Trichogramma+Podisus.PR-052 Modelos de nicho ecologico preveem ampla area brasileira apta a nove pragas invasoras do eucalipto.

Panorama entomológico: pragas nativas e o avanço das exóticas

A entomofauna do eucalipto no Brasil combina um complexo nativo (formigas-cortadeiras, lagartas desfolhadoras, grilos, besouros) que migrou de plantas silvestres para o hospedeiro exótico, com uma sucessão acelerada de pragas exóticas australianas introduzidas nas últimas duas décadas: psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei (2003), percevejo-bronzeado Thaumastocoris peregrinus (2008), vespa-da-galha Leptocybe invasa (2011-2015) e o gorgulho Gonipterus PR-005PR-144. A monocultura extensa e homogênea facilita a dispersão e o estabelecimento desses invasores PR-078; a experiência da Califórnia — 16 pragas australianas estabelecidas entre 1983 e 2008 — mostra que a acumulação não é aleatória e tende a continuar PR-089. Modelos de nicho ecológico já apontam ampla área brasileira apta a futuros invasores (Eucalyptolyma maideni, Trachymela sloanei, Orgyia postica, Sinoxylon anale, Paropsis atomaria, Ophelimus maskelli), sinalizando a necessidade de vigilância fitossanitária permanente e portos de entrada monitorados PR-052.

Formigas-cortadeiras (Atta e Acromyrmex) — a praga histórica nº 1

As saúvas (Atta) e quenquéns (Acromyrmex) permanecem como a praga de maior potencial destrutivo, capaz de eliminar áreas recém-plantadas PR-035PR-139. Ensaios de desfolha artificial quantificam o dano: em Eucalyptus grandis, 100% de desfolha causou perdas já aos três meses, proporcionais à intensidade PR-002; em E. dunnii, 100% de desfolha (30 dias após plantio, simulando Acromyrmex) provocou mortalidade significativa, recomendando-se replantio, enquanto E. benthamii se recuperou após 12 meses PR-060PR-043. A preferência de corte varia com o material genético: Acromyrmex crassispinus e A. laticeps nigrosetosus cortaram mais E. camaldulensis e urograndis, enquanto Corymbia citriodora, E. dunnii, E. globulus e E. cloeziana foram os menos preferidos PR-081PR-133 — um dado útil para escolha de material em áreas de alta pressão. O controle padrão combina iscas granuladas de sulfluramida e monitoramento de formigueiros PR-091, hoje potencializado por detecção automatizada de ninhos por visão computacional/drones PR-035.

Recomendação Cultive: manter controle de saúvas/quenquéns agressivo no pré-plantio e nos primeiros 90 dias (fase de maior vulnerabilidade), priorizar iscas de sulfluramida com repasse, e considerar material menos preferido (C. citriodora, E. dunnii) em talhões cronicamente atacados.

Percevejo-bronzeado (Thaumastocoris peregrinus)

Detectado em 2008 (SP/RS/MG) e disperso a nove estados em dois anos PR-040PR-004, o percevejo-bronzeado suga folhas causando prateamento/bronzeamento, secamento e queda foliar PR-034. O monitoramento por cartões-armadilha adesivos amarelos revela picos populacionais no fim da estação seca/início das chuvas — em Rio Doce (MG) o pico atingiu 2.022 insetos em outubro PR-034; picos em SP concentram-se entre outubro e dezembro PR-004. Zoneamentos de temperatura e umidade relativa mapearam a favorabilidade mensal por estado, orientando o calendário de monitoramento PR-027PR-028. O controle biológico clássico apoia-se no microparasitoide de ovos Cleruchoides noackae (Mymaridae), introduzido da Austrália, com criação massal dependente de identificar picos de ovo-hospedeiro PR-003PR-026PR-125. Ensaios de aplicação aérea mostraram que bioinseticidas (Beauveria bassiana, Metarhizium anisopliae) alcançam eficiência comparável aos químicos (tiametoxam, acefato) sobre ninfas e adultos, favorecendo áreas com certificação florestal PR-056. Semioquímicos das ninfas e adultos já foram identificados como pistas para feromônios úteis em armadilhas PR-008PR-070.

Recomendação Cultive: instalar rede de cartões amarelos e antecipar avaliações para setembro-outubro; em surtos, priorizar bioinseticidas à base de B. bassiana/M. anisopliae (compatíveis com certificação) e apoiar liberações de Cleruchoides noackae onde disponível.

Psilídeos: psilídeo-de-concha (Glycaspis brimblecombei) e Ctenarytaina spp.

Quatro psilídeos exóticos ocorrem no país: Ctenarytaina spatulata (1994), Blastopsylla occidentalis (1997), C. eucalypti (1998) e G. brimblecombei (2003) PR-144PR-030. Os danos incluem seca de ponteiros, deformação e quebra de fuste, fumagina, superbrotação e queda foliar, com perdas de produção que chegaram a 30% em referência da Califórnia PR-030PR-120PR-140. O psilídeo-de-concha forma picos em outubro-novembro (São Simão-SP: 3.948 insetos) PR-021; seu controle biológico clássico com o parasitoide Psyllaephagus bliteus (importado do México, 2004-2006) resultou em controle efetivo e é hoje a base do MIP PR-026PR-150PR-144. A resistência varietal é marcante: clones de E. camaldulensis são altamente suscetíveis e os de E. urophylla, resistentes PR-071; a preferência de Ctenarytaina spatulata recai sobre E. robusta e E. pellita PR-001PR-069. Complementos promissores: predação por larvas de Chrysoperla externa PR-038, fungos entomopatogênicos (Beauveria, Cordyceps) PR-092, silício via solo/foliar reduzindo a população do psilídeo PR-068PR-135, e paisagem — bordas com remanescente de cerrado elevam o parasitismo por microhimenópteros PR-095. Para C. eucalypti, o parasitoide Psyllaephagus pilosus mostrou-se tão eficiente que dispensou outros métodos PR-097; para Blastopsylla occidentalis, Psyllaephagus blastopsyllae acompanha a praga (correlação 0,82), com pico de parasitismo na seca PR-029PR-124.

Recomendação Cultive: escolha genética é o primeiro filtro — evitar clones de E. camaldulensis suscetíveis onde há histórico de psilídeo; preservar o parasitismo natural (conservar P. bliteus/P. pilosus, faixas de vegetação nativa) e evitar inseticidas de amplo espectro que suprimam os parasitoides.

Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) e outras exóticas emergentes (Gonipterus, Costalimaita, etc.)

A vespa-da-galha induz galhas em nervuras, pecíolos e ramos, interceptando fotoassimilados e deformando o crescimento, com maior impacto em viveiros e mudas PR-049PR-025PR-072. O manejo apoia-se no parasitoide Selitrichodes neseri (importado da África do Sul, 2015), já recuperado em campo e com potencial de estabelecimento PR-019PR-022PR-129; o parasitoide Quadrastichus mendeli localiza galhas por voláteis (3-carene atrativo) PR-098. A resistência de clones é a via mais robusta — a suscetibilidade se define logo após a oviposição, com respostas de morte celular e metabolismo primário no clone resistente PR-099PR-100PR-083. O gorgulho-do-eucalipto Gonipterus (scutellatus/platensis) desfolha e ressurge no Sul/Sudeste, muitas vezes sem o parasitoide de ovos Anaphes nitens PR-142PR-126; alternativas incluem fungos entomopatogênicos (B. bassiana IBCB-240, M. anisopliae IBCB-364) PR-051, nematoides entomopatogênicos contra pupas no solo (Steinernema yirgalemense, 100% de mortalidade) PR-047 e um microsporídio nativo (infecção de campo até 65%) PR-086. O besouro-amarelo Costalimaita ferruginea injuria folhas de plantios novos, com maior preferência por E. urophylla/urograndis e E. pellita PR-045PR-053PR-082.

Desfolhadores nativos (lagartas), cupins e pragas de raiz/estabelecimento

O complexo de lagartas desfolhadoras cresceu muito: das ~10 espécies (destaque para Thyrinteina arnobia, Glena unipennaria, Sarsina violascens, Eupseudosoma spp.), surtos recentes de Iridopsis panopla e Eacles manuelita levaram a área atacada de 100 mil ha (2017) a 860 mil ha em 2021 PR-036PR-149. O manejo é biológico e seletivo: Bacillus thuringiensis aéreo, parasitoides de ovos (Trichogramma pretiosum, T. pratissolii, T. maxacalii) e de pupas (Palmistichus elaeisis, Itoplectis sp.), percevejos predadores (Podisus nigrispinus, Brontocoris tabidus) e reguladores de crescimento PR-036PR-054PR-127PR-132PR-143. Em Euselasia eucerus, fatores bióticos naturais já removem grande parte da população (parasitismo de 48,9% em ovos e 52,2% em pupas) PR-148. Os grilos (Gryllus spp., G. assimilis) mastigam o coleto de mudas, levando a tombamento e morte no estabelecimento PR-039PR-058PR-136. Cupins e formigas atacam desde o viveiro PR-032PR-015, e há registros pontuais de pulgão (Myzus persicae) e mosca-branca (Bemisia tabaci) em mudas PR-044PR-141.

Controle biológico e MIP-Eucalipto

O eixo do manejo é o controle biológico clássico coordenado pelo Laboratório de Quarentena "Costa Lima" (Embrapa) com o PROTEF/IPEF, responsável pela importação e criação dos parasitoides das principais exóticas PR-026. Sustentam o programa: (i) monitoramento por cartões adesivos amarelos com registro informatizado PR-006PR-114; (ii) conservação de inimigos naturais — o sub-bosque e faixas de vegetação nativa aumentam a riqueza de himenópteros parasitoides (Mymaridae, Scelionidae, Encyrtidae) e reduzem desfolhadores PR-066PR-073; (iii) entomopatógenos (fungos, nematoides, microsporídios) como alternativa aos químicos, essenciais em áreas certificadas PR-051PR-047PR-056PR-092; e (iv) resistência de hospedeiro e silício como base preventiva PR-071PR-068.

Recomendações práticas Cultive

- Blindar o estabelecimento (0-90 dias): controle intensivo de formigas-cortadeiras (iscas de sulfluramida + repasse) e grilos, fase de maior perda e mortalidade PR-002PR-060PR-139PR-039. - Seleção genética como manejo: priorizar clones resistentes/menos preferidos — E. urophylla vs. psilídeo, evitar E. camaldulensis suscetível; escolher material menos cortado por formigas em talhões críticos PR-071PR-081PR-099. - Rede de cartões amarelos em pontos georreferenciados, leitura mensal, com avaliações intensificadas em setembro-novembro (picos de percevejo e psilídeo) PR-004PR-021PR-034. - Usar zoneamento climático de favorabilidade mensal por estado para calibrar o calendário de monitoramento e alertas PR-027PR-028. - Priorizar bioinseticidas (B. bassiana, M. anisopliae) e liberação de parasitoides (Cleruchoides noackae, P. bliteus, S. neseri) em vez de químicos de amplo espectro, preservando inimigos naturais e a certificação PR-056PR-125PR-150PR-129. - Conservar biodiversidade no talhão: manter faixas/remanescentes de vegetação nativa e sub-bosque para elevar o parasitismo espontâneo PR-066PR-073PR-095. - Silício (solo/foliar) como tática complementar de indução de resistência a psilídeos em áreas de pressão PR-068PR-135. - Vigilância de exóticas emergentes: atenção a Gonipterus (checar presença de Anaphes nitens) e às pragas apontadas em modelos de nicho ainda ausentes ou em expansão PR-142PR-126PR-052. - Alerta desfolhadores: monitorar surtos de Iridopsis panopla/geometrídeos, acionando Bt e Trichogramma antes do fechamento de copa PR-036.

Lacunas e oportunidades

Persistem níveis de dano econômico mal calibrados para a maioria das pragas — a desfolha artificial fornece parâmetros iniciais PR-002PR-060, mas faltam limiares operacionais que traduzam contagem de armadilha em decisão de aplicação. O controle de Gonipterus ainda carece de um parasitoide de ovos eficaz estabelecido no Brasil, abrindo espaço para nematoides e fungos entomopatogênicos PR-047PR-051PR-142. Semioquímicos (percevejo, vespa-da-galha) estão identificados mas ainda não convertidos em armadilhas comerciais PR-008PR-098. Faltam também estudos de impacto da desfolha sobre produtividade em rotação completa e de interação clima × praga sob mudanças climáticas PR-122. A oportunidade central é integrar monitoramento georreferenciado + zoneamento climático + seleção genética + controle biológico num protocolo de MIP-Eucalipto replicável por talhão.

Fitossanidade — Plantas Daninhas

43 referências citadas · 115 curadas · 292 artigos de eucalipto triados
Leituras-chave do núcleo
DA-064 Período anterior à interferência da braquiária < 14-28 dias após transplante: estabelecimento é a fase críticaDA-067 Faixa de controle >=100 cm de cada lado da linha assegura maior diâmetro, altura e crescimento do eucaliptoDA-039 Coroamento de 2,51-2,64 m de diâmetro maximiza crescimento em altura e diâmetro sob Brachiaria decumbensDA-033 Cada cm mais perto, U. ruziziensis reduz massa seca caule/folha em 0,06/0,32 g/planta (U. decumbens 0,03/0,14)DA-036 Convivência com Urochloa não afeta até 50 dias, mas aos 107 DAT reduz diâmetro do colo, massa seca e área foliarDA-037 Dessecar a braquiária antes do plantio é melhor que aplica-planta no mesmo diaDA-003 Capim-colonião (Panicum maximum) reduz o crescimento inicial de clones de Eucalyptus x urograndisDA-031 Azevém (Lolium multiflorum) resistente/suscetível ao glifosato reduz altura e diâmetro do eucalipto com a densidadeDA-034 Sulfentrazone (400-600 g/ha) com seletividade variável entre clones; FB3 o mais toleranteDA-028 Sulfentrazone+isoxaflutole em grânulos de argila (aéreo) controla B. decumbens, Ipomoea, Merremia e Panicum maximumDA-078 Azafenidin >=500 g/ha controla B. decumbens, C. benghalensis, Richardia e Sida por até 180 dias em pré-emergênciaDA-041 Saflufenacil em E. urograndis: o adjuvante Dash aumenta a fitotoxicidade à culturaDA-022 Glifosato 1080 g/ha + chlorimuron/isoxaflutole ou oxyfluorfen em eucalipto; boro não afetou o controleDA-066 Deriva de glifosato: intoxicação inicial >31% reduz altura/diâmetro até 360 DAA (>41% reduz ganho em altura)DA-082 Deriva de glifosato em ramos baixos reduz o stand do eucalipto em 18,7-38,2%DA-073 Tolerância diferencial ao glifosato entre espécies; E. resinifera a mais tolerante à derivaDA-030 Fertilizante líquido na calda protege o eucalipto e mantém o controle da braquiária (glifosato 1080 g/ha mata)DA-001 Eucalipto transgênico HT-glifosato (FuturaGene/Suzano) aprovado em 2021; cultura ocupa 7,5 mi ha no BrasilDA-006 Comunidade de daninhas varia com a distância dos renques em iLPF; sistema integrado suprime por competiçãoDA-081 Eucalipto suprime infestação/dispersão de Solanum sisymbriifolium perto das fileiras duplas em soja-eucalipto

Matocompetição no eucalipto: por que o estabelecimento é a fase crítica

O eucalipto é altamente sensível à interferência da comunidade infestante justamente na janela em que menos se pode falhar: o primeiro ano após o plantio, quando a muda ainda não fechou copa e disputa água, luz, nutrientes e espaço com as daninhas DA-041DA-064. A evidência de período crítico é contundente. Em Eucalyptus grandis × E. urophylla convivendo com Brachiaria decumbens, o período anterior à interferência foi inferior a 14–28 dias após o transplante — ou seja, a matocompetição começa a cobrar preço em menos de um mês DA-064. A largura da faixa mantida limpa também é decisiva: faixas de controle ≥ 100 cm de cada lado da linha garantiram maior diâmetro, altura e crescimento absoluto DA-067, e coroas (coroamento) de 2,51–2,64 m de diâmetro foram as que mais favoreceram o crescimento em altura e diâmetro DA-039.

A perda cresce com a proximidade e o tempo de convívio. Cada centímetro em que Urochloa ruziziensis cresceu mais perto da muda reduziu a massa seca de caule e folhas em 0,06 e 0,32 g/planta, respectivamente (e U. decumbens, 0,03 e 0,14 g/planta) DA-033. A convivência com Urochloa spp. não afetou o eucalipto até 50 dias, mas aos 107 dias já reduzia diâmetro do colo, massa seca total e área foliar DA-036. O efeito é sobretudo por competição, mas há também componente alelopático de resíduos de braquiária incorporados ao solo DA-063DA-069.

Espécies daninhas mais importantes e sua interferência

As gramíneas dominam como alvos. Estudos fitossociológicos em plantios de eucalipto apontam Poaceae, Asteraceae e Fabaceae como as famílias mais ricas, com Galinsoga parviflora muito abundante DA-038. As braquiárias (Brachiaria/Urochloa decumbens, U. brizantha, U. ruziziensis) são as daninhas mais estudadas e mais agressivas no estabelecimento DA-033DA-036DA-064. O capim-colonião (Panicum maximum/Megathyrsus maximus) reduz o crescimento inicial de clones de eucalipto mesmo a poucos centímetros da muda DA-003DA-015. A trapoeraba (Commelina benghalensis), em densidades crescentes de até 80 plantas/m², prejudica altura, diâmetro, área foliar e massa seca, com efeito modulado pela estação (verão × inverno) DA-007DA-014. O azevém (Lolium multiflorum) — biótipos resistentes e suscetíveis ao glifosato — interfere no desenvolvimento inicial de forma crescente com a densidade DA-031, sinal de alerta para o avanço da resistência.

Métodos de controle: químico, mecânico/coroamento e cultural

O glifosato é o herbicida mais usado na eucaliptocultura, aplicado dirigido na linha/entrelinha DA-065. Como não é seletivo, exige jato dirigido e barra baixa: a deriva sobre a muda causa intoxicação real. Plantas com intoxicação inicial acima de 31% tiveram menor altura e diâmetro até 360 DAA, e o ganho em altura caiu acima de 41% de intoxicação DA-066; deriva atingindo 100% dos ramos baixos chegou a reduzir o stand em 18,7–38,2% DA-082. Há tolerância diferencial entre espécies e clones — E. resinifera foi a mais tolerante à deriva simulada DA-073DA-027. Protetores adicionados à calda (fertilizante líquido, Fertiactyl Pós) reduziram a intoxicação sem perder o controle da daninha DA-029DA-030.

Para prolongar o controle no período crítico, os pré-emergentes residuais são o pilar: sulfentrazone (400–600 g/ha, com seletividade variável entre clones — FB3 o mais tolerante) DA-034; sulfentrazone + isoxaflutole veiculados em grânulos de argila para aplicação aérea, controlando B. decumbens, Ipomoea grandifolia, Merremia cissoides e Panicum maximum DA-028; azafenidin (≥ 500 g/ha), eficaz sobre B. decumbens, C. benghalensis, Richardia brasiliensis e Sida santaremnensis por até 180 dias DA-078; e saflufenacil, cujo adjuvante Dash aumenta a fitotoxicidade ao eucalipto DA-041. Misturas de glifosato com chlorimuron-ethyl, isoxaflutole ou oxyfluorfen ampliam o espectro DA-022. Dessecar a cobertura antes do plantio é melhor que "aplica-planta" no mesmo dia DA-037. Já capina química e mecânica não diferiram no crescimento do eucalipto — o que importa é manter a coroa limpa DA-035. Na renovação por rebrota, atenção ao imazapyr aplicado no toco, que pode exsudar pela raiz e afetar a cultura seguinte DA-076DA-077.

Eucalipto tolerante a glifosato (transgênico) — o que a base mostra

A FuturaGene/Suzano desenvolveu variedades geneticamente modificadas de eucalipto com tolerância ao glifosato (HT) como ferramenta de manejo integrado, com o primeiro evento aprovado para uso comercial em 2021 DA-001. O contexto que justifica a tecnologia é a escala: o eucalipto ocupa 7,5 milhões de hectares no Brasil, e a matocompetição eleva custos operacionais DA-001. O material transgênico permitiria aplicar glifosato em pós-emergência sobre a cultura sem o risco de intoxicação que hoje limita a operação DA-066DA-082. Registre-se ainda a hormese: doses muito baixas de glifosato (6,2–20,2 g e.a./ha) aumentaram a massa seca do eucalipto em 11–37% DA-023 — curiosidade fisiológica, não recomendação.

Sistemas integrados (iLPF), sub-bosque e sombreamento no manejo da comunidade daninha

A face inversa: o eucalipto suprime daninhas em sistemas integrados. A comunidade infestante varia conforme a distância dos renques, com o sistema integrado exercendo efeito positivo pela competição por água, nutrientes e luz DA-006DA-112. O sombreamento altera o banco de sementes — em sistema agroflorestal com Eucalyptus dunnii [(4×3)×20 m] identificaram-se 17 famílias e 49 espécies, com composição diferindo entre posições nas entrelinhas DA-018DA-089. A supressão é mensurável: a infestação e a dispersão de Solanum sisymbriifolium caíram quanto mais perto das fileiras duplas de eucalipto (embora a soja também rendesse menos ali) DA-081, e o eucalipto foi testado para conter Eragrostis plana (capim-annoni) em campo nativo infestado DA-050. O contraponto é que, a partir do 3º ano, o dossel passa a interferir na produtividade de grãos e forragem DA-095, e a escolha de forrageiras tolerantes ao sombreamento e da distância às árvores torna-se central DA-021DA-113. Mesmo com o efeito supressor, a base é clara: ainda é preciso herbicida na linha jovem DA-112.

Recomendações práticas Cultive

- Manter a linha/coroa livre de daninhas nos primeiros ~90 dias, com faixa ≥ 100 cm de cada lado (ou coroa de ~2,5 m de diâmetro): o período crítico começa em menos de 14–28 dias DA-064DA-067DA-039. - Dessecar a cobertura antecipadamente, evitando o "aplica-planta" no mesmo dia do plantio DA-037. - Ancorar o programa em pré-emergentes residuais (sulfentrazone, isoxaflutole, azafenidin, oxyfluorfen), ajustando a dose à seletividade do clone DA-028DA-034DA-078. - No glifosato dirigido, evitar deriva (jato dirigido, barra baixa, protetor de fileira): intoxicação > 30% compromete o crescimento por até um ano DA-066DA-082. - Sob risco de contato, avaliar protetores na calda (fertilizante líquido/Fertiactyl), que reduzem a injúria sem perder o controle DA-029DA-030. - Preferir clones/espécies mais tolerantes ao glifosato onde a deriva é inevitável DA-073DA-027. - Em iLPF, usar o sombreamento do renque como controle cultural complementar, mantendo herbicida na linha e monitorando a interferência do dossel a partir do 3º ano DA-006DA-081DA-095. - Na renovação por rebrota, cuidado com o imazapyr no toco (exsudação radicular) antes de replantar DA-076. - Onde disponível e aprovado, considerar o eucalipto transgênico HT-glifosato como ferramenta a mais no manejo integrado DA-001.

Lacunas e oportunidades

Faltam períodos críticos atualizados para clones modernos e para daninhas resistentes (azevém, e potencialmente buva/capim-amargoso) em condição de campo comercial DA-031DA-064. A seletividade e a eficiência de novos pré-emergentes e misturas ainda têm poucos dados em escala operacional DA-040DA-041. A alelopatia do eucalipto (folhas como adubo verde) para supressão de daninhas é promissora, mas foi avaliada fora da cultura (ex.: milho), carecendo de validação como tática dentro do plantio DA-043DA-054. A avaliação econômica do controle químico e do transgênico HT em escala operacional é incipiente DA-001. E a dinâmica sombreamento × comunidade daninha ao longo do ciclo (fechamento de dossel) carece de séries longas para calibrar o manejo em iLPF DA-089DA-095.

Panorama do acervo

Distribuição das referências efetivamente usadas nesta revisão, extraídas do acervo Cultive.
Referências por núcleo
Fertilidade62/175Nutrição Foliar19/95Doenças89/150Pragas77/150Daninhas43/115
citadascuradas
Referências citadas por período
2≤1999172000–04342005–09942010–14902015–19532020–26
Principais fontes citadas
Repositório Alice · Embrapa101Embrapa (OpenAlex)84Planta Daninha26Revista Brasileira de Ciência do …17Plant Disease14Summa Phytopathologica13Tropical Plant Pathology8Arquivos Inst Biologico6

Referências

290 referências citadas, agrupadas por núcleo. ★ = leitura-chave. Clique em qualquer citação no texto para chegar aqui.

Fertilidade (62)

FE-001Repositório Alice · Embrapa2011
Site evaluation and productivity of a 3-year old stand of Eucalyptus urograndis in São Paulo, Brazil.
ANDRADE, G. de C.; BOGNOLA, I. A.; BELLOTE, A. F. J. et al.
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FE-097Embrapa (OpenAlex)2011
Avaliações de sítio e produtividade em plantios de Eucalyptus urograndis com 3 anos de idade em São Paulo, Brasil
Guilherme de Castro Andrade; I. A. Bognola; Antônio Francisco Jurado Bellote et al.
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FE-041Repositório Alice · Embrapa2021
Eucalipto: desafios para a pesquisa em nutrição, na ótica da sustentabilidade florestal.
SOARES, M. T. S.; MAEDA, S.; WREGE, M. S. et al.
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FE-053Repositório Alice · Embrapa2021
O eucalipto e a Embrapa: quatro décadas de pesquisa e desenvolvimento.
—
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★ FE-166Revista Brasileira de Ciência do Solo2014
Ciclagem e balanço de nutrientes no sistema solo-planta em um plantio de Eucalyptus sp., no Distrito Federal
Alcides Gatto; Ângela Pereira Bussinguer; Fabiana Campos Ribeiro et al.
Teores foliares N=13,55; K=8,52; Ca=7,12; Mg=2,44; S=1,76; P=1,33 g/kg; 69% da biomassa no lenho (balanço solo-planta no DF).
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FE-093Embrapa (OpenAlex)2018
BIOMASSA E NUTRIENTES DE EUCALIPTO CULTIVADO EM SISTEMA AGROSSILVIPASTORIL
Charlote Wink; Anderson Lange; Kamile Zompero Araújo et al.
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★ FE-169Revista Brasileira de Ciência do Solo2019
Potassium Fertilization of Eucalyptus in an Entisol in Low-Elevation Cerrado
Rodolfo de Niro Gazola; Salatiér Buzetti; Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho et al.
K é dos nutrientes mais acumulados e exportados; doses de 90-180 kg/ha de K2O aumentaram a biomassa em Entisol de Cerrado.
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★ FE-160Revista Brasileira de Ciência do Solo2011
Eficiência nutricional de clones de eucalipto na fase de mudas cultivados em solução nutritiva
Sheila Isabel do Carmo Pinto; Antônio Eduardo Furtini Neto; Júlio César Lima Neves et al.
Eficiência nutricional varia entre clones: I144 > 386 > 58 ≈ GG100 > VM1 > I042, com I144 superior para N, P, K, Mg e S.
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★ FE-158Revista Brasileira de Ciência do Solo2010
Alterations of soil chemical properties by eucalyptus cultivation in five regions in the Rio Doce Valley
Fernando Palha Leite; Ivo Ribeiro da Silva; Roberto Ferreira Novais et al.
Ciclos sucessivos de eucalipto reduziram Ca, Mg, K e pH e elevaram Al; só o P subiu — exige doses maiores que as usuais.
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★ FE-164Revista Brasileira de Ciência do Solo2020
Establishment of critical nutrient levels in soil and plant for eucalyptus
Antonio João de Lima Neto; Júlio César Lima Neves; Herminia Martínez et al.
Definiu classes de fertilidade do solo e faixas de suficiência de macronutrientes calibradas especificamente para eucalipto.
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★ FE-002Repositório Alice · Embrapa2011
Efeito da calagem, do fosfato natural de Gafsa e superfosfato triplo no crescimento inicial e absorção de fósforo em Eucalyptus dunnii.
MAEDA, S.; BOGNOLA, I. A.
Calagem aumentou MS e eficiência de P em E. dunnii; SFT foi a fonte mais eficiente e a calagem alta reduziu a eficiência do fosfato de Gafsa.
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★ FE-085Embrapa (OpenAlex)2012
Influência de calagem e adubação fosfatada no crescimento inicial de eucalipto e nos níveis críticos de P
Shizuo Maeda; I. A. Bognola
A calagem elevou a produção de MS e reduziu os níveis críticos de P no solo e na planta, tornando o fósforo mais eficiente.
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★ FE-003Repositório Alice · Embrapa2011
Interação calagem e fósforo em clones de eucalipto.
HARMATIUK, J.; MENDES, A. M.; SALMAN, A. K. D. et al.
Interação calagem x P é clone-dependente: os teores de P influenciam a necessidade de calagem entre clones.
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FE-092Embrapa (OpenAlex)2018
FERTILIZATION EFFECTS ON EUCALYPTUS PELLITA F. MUELL PRODUCTIVITY IN THE COLOMBIAN ORINOCO REGION
Sandra Patrícia Montealegre Amezquita; Jeimy Andrea Martínez Rubiano; Nairam Felix De Barros Filho et al.
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FE-025Repositório Alice · Embrapa2018
Fertilization effects ou Eucalyptus Pellita F. Muell productivity in the Colombian orinoco Region.
AMEZQUITA, S. P. M.; RUBIANO, J. A. M.; BARROS FILHO, N. F. De et al.
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FE-147Journal of Plant Nutrition and Soil Science2016
Hydraulic properties of <i>Eucalyptus grandis</i> in response to nitrate and phosphate deficiency and sudden changes in their availability
Corina Graciano; Laura I. Faustino; Maciej A. Zwieniecki
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★ FE-005Repositório Alice · Embrapa2012
Crescimento inicial de clones de eucalipto em função de doses de P e K em Porto Velho, Rondônia.
CIPRIANI, H. N.; VIEIRA, A. H.; MENDES, A. M. et al.
Resposta quadrática da altura à dose de P2O5, com ponto de máxima em torno de 110 kg/ha em Plintossolo de RO.
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FE-102Embrapa (OpenAlex)2022
RANDOM FOREST MODEL TO PREDICT THE HEIGHT OF EUCALYPTUS
Elizeu de Souza Lima; Zigomar Menezes de Souza; Stanley Robson de Medeiros Oliveira et al.
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★ FE-087Embrapa (OpenAlex)2017
EFICIÊNCIA DE FERTILIZANTES ORGANOMINERAIS FOSFATADOS EM MUDAS DE EUCALIPTO
Ciro Augusto de Souza Magalhães; Marina Moura Morales; F. A. de Rezende et al.
Organomineral de fosfato reativo de Bayovar + conteúdo ruminal igualou o tratamento-referência na produção de mudas.
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FE-056Repositório Alice · Embrapa2025
Potencial de isolados microbianos inoculados em eucalipto contribuir na nutrição e fosfato.
PONTES, J. M.; ZANATTA, J. A.; SILVA, K. da et al.
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FE-050Repositório Alice · Embrapa2012
Seleção de bactérias fixadoras de N e solubilizadoras de P visando à formulação de consórcio bacteriano para Eucalyptus urograndis.
FONSECA, E. da S.; COSTA, C. T. R. C. da; BALIEIRO, F. de C. et al.
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★ FE-074Embrapa (OpenAlex)2018
Eucalyptus growth and phosphorus nutritional efficiency as affected by soil compaction and phosphorus fertilization
Sérgio Ricardo Silva; Nairam Félix de Barros; Roberto Ferreira Novais et al.
Compactação reduz a eficiência de recuperação do P e a adubação fosfatada NÃO compensa seus efeitos deletérios.
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★ FE-172Revista Brasileira de Ciência do Solo2010
Mineralização de nitrogênio e carbono em solos sob plantações de eucalipto, em uma sequência de idades
Patrícia Anjos Bittencourt Barreto‐Garcia; Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues; Antônio Carlos Gama-Rodrigues et al.
Eucalipto tem baixa resposta ao N; N mineralizado ~58 mg/kg, sem diferença entre plantios de 1 a 13 anos.
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FE-010Repositório Alice · Embrapa2014
Nitrato e Amônio em latossolo sob eucalipto e vegetação de Cerrado.
RIBEIRO, F. C.; OLIVEIRA, A. D. de; MALAQUIAS, J. V. et al.
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FE-146Journal of Plant Nutrition and Soil Science2016
Uptake of soil mineral nitrogen by <i>Acacia mangium</i> and <i>Eucalyptus urophylla × grandis</i>: No difference in N form preference
Daniel Epron; Lydie‐Stella Koutika; Sogni Viviane Tchichellé et al.
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★ FE-032Repositório Alice · Embrapa2019
Fontes nitrogenadas de eficiência aumentada no crescimento e eficiência de uso do nitrogênio pelo eucalipto.
IBARR, M. A.; RIBEIRO, R. H.; ZANATTA, J. A. et al.
Sulfato de amônio com inibidor de nitrificação (SA-DCD) dobrou a eficiência de uso do N frente à ureia.
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★ FE-139Embrapa (OpenAlex)2022
Nitrogen mineralisation and N<sub>2</sub>O emissions in pure and mixed-species plantations of <i>Eucalyptus urograndis</i> and <i>Acacia mangium</i>
Felipe Martini Santos; Fabiano de Carvalho Balieiro; Danilo Henrique dos Santos Ataíde et al.
Consórcio com Acacia mangium elevou a mineralização líquida de N do solo em 2,5-3,5x frente ao eucalipto puro adubado.
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FE-133Embrapa (OpenAlex)2013
Acúmulo e eficiência de uso de nutrientes na parte aérea de Eucalyptus urograndis em plantios puros e mistos com Acacia mangium WILLD.
Danilo Henrique dos Santos Ataíde; Felipe Martini Santos; Anderson Ribeiro Diniz et al.
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★ FE-127Embrapa (OpenAlex)2012
Fertilization during the establishment of a Eucalyptus camaldulensis plantation in the northern Brazilian Amazon.
Mírian Cristina Gomes Costa; Hélio Tonini; Carlos Tadeu dos Santos Dias et al.
Interação N x K no estabelecimento: altura máxima de 7,8 m com 200 kg/ha de N + 50 kg/ha de K em Latossolo amazônico.
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★ FE-091Embrapa (OpenAlex)2016
SELECTION OF EUCALYPTUS CLONES AND ADJUSTMENT OF POTASSIUM DOSES FOR EXTENDED DROUGHT IN BAHIA SAVANNA
Thalita Fernanda Sampaio; Tiago Elias Dalcin; Júlio César Bogiani et al.
Clones diferem na exigência de K; o K regula estômatos e melhora o uso da água sob seca prolongada no oeste da Bahia.
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★ FE-063Embrapa (OpenAlex)2015
In situ<sup>13</sup>CO<sub>2</sub>pulse labelling of field-grown eucalypt trees revealed the effects of potassium nutrition and throughfall exclusion on phloem transport of photosynthetic carbon
Daniel Epron; Osvaldo Cabral; Jean‐Paul Laclau et al.
Árvores bem supridas de K transportam carbono no floema com velocidade duas vezes maior (marcação 13C).
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★ FE-008Repositório Alice · Embrapa2014
Efeitos da disponibilidade hídrica e de potássio na alocação de carbono em plantas de eucalipto marcadas com 13C-CO2.
FURLAN, G.; CABRAL, O. M. R.; LACLAU, J.-P. et al.
Potássio (KCl) e disponibilidade hídrica alteram a alocação do carbono recém-assimilado no eucalipto (13C).
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★ FE-130Embrapa (OpenAlex)2020
Comparação entre adubação com cloreto de potássio e dois tipos de rochas potássicas no crescimento de Eucalyptus urophylla
S. P. de Moraes Neto; Éder de Souza Martins
120 kg/ha de K2O na forma de fonolito não diferiu do KCl no DAP de E. urophylla após seis anos.
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★ FE-174Revista Brasileira de Ciência do Solo2012
Disponibilidade de zinco para mudas de eucalipto em solos de Cerrado
Fernando Antonio Vieira Rodrigues; Nairam Félix de Barros; Júlio César Lima Neves et al.
Níveis críticos de Zn para mudas em Cerrado são baixíssimos: ≤0,23 mg/dm³ (Mehlich-1) e 0,05 mg/dm³ (DTPA).
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★ FE-086Embrapa (OpenAlex)2016
Physico-Chemical Evaluation of Organic Wastes Compost-Based Substrates for Eucalyptus Seedlings Growth
Fábio Satoshi Higashikawa; Carlos Alberto Silva; Cleiton Antônio Nunes et al.
A disponibilidade de boro foi o atributo do substrato que mais explicou a produção de biomassa das mudas de eucalipto.
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FE-126Embrapa (OpenAlex)2015
WEED CONTROL AND BORON NUTRITION ON Eucalyptus IN SILVOPASTORAL SYSTEM
A. M. Brighenti; Marcelo Dias Müller; Adílson de Oliveira et al.
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FE-113Embrapa (OpenAlex)2015
EFEITO DE LODO DE PAPEL RECICLADO E DA ADUBAÇÃO DE COBERTURA SOBRE A DISPONIBILIDADE DE MICRONUTRIENTES EM Eucalyptus saligna
Álvaro Boson de Castro Faria; Alessandro Camargo Ângelo; Celso Garcia Auer
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FE-098Embrapa (OpenAlex)2014
DISPONIBILIDADE DE MACRONUTRIENTES EM Eucalyptus saligna CULTIVADOS COM LODO DE PAPEL RECICLADO
Álvaro Boson de Castro Faria; Alessandro Camargo Ângelo; Celso Garcia Auer
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FE-038Repositório Alice · Embrapa2020
Uso de dejeto suíno em plantio clonal de eucalipto, em Terra Roxa, PR: mobilidade de fósforo, cobre e zinco no solo.
QUADROS, L. P. de; MAEDA, S.; SOARES, M. T. S.
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FE-043Repositório Alice · Embrapa2020
Uso de dejeto suíno em plantio clonal de eucalipto: mobilidade de cobre e zinco no solo.
QUADROS, L. P. de; DUCHEIKO, H. A. S.; SOARES, M. T. S. et al.
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★ FE-013Repositório Alice · Embrapa2015
Nutrição e crescimento do eucalipto submetido à aplicação de resíduo celulósico, calcário dolomítico e cinza de madeira.
MAEDA, S.; GOMES, J. B. V.; BOGNOLA, I. A. et al.
Cinza de madeira deu a maior produtividade de madeira, superando o calcário dolomítico em solo de baixa fertilidade.
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FE-131Embrapa (OpenAlex)2011
11403 - Efeito da cinza de eucalipto sobre a biologia de minhocas durante a produção de húmus
Fabiana Priebe Holz; Gustavo Schiedeck; Pâmela Menna Ribeiro da Silva
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FE-017Repositório Alice · Embrapa2016
Efeito de lodo de papel reciclado sobre o crescimento em diâmetro de colo de Eucalyptus saligna Smith.
FARIA, A. B. de C.; AUER, C. G.; ÂNGELO, A. C. et al.
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★ FE-030Repositório Alice · Embrapa2019
Resposta inicial do eucalipto após aplicação de dejetos líquidos de suínos no oeste do Paraná.
SOARES, M. T. S.; MAEDA, S.; BELLOTE, A. F. J. et al.
Dejeto líquido de suínos a 80 m³/ha (ou 10 m³/ha + SFT) igualou o NPK mineral no crescimento inicial do eucalipto.
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FE-022Repositório Alice · Embrapa2018
Desenvolvimento inicial de eucalipto submetido à fertilização química e aplicação de dejetos líquidos de suínos.
SOARES, M. T. S.; MAEDA, S.; BELLOTE, A. F. J. et al.
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★ FE-145Journal of Plant Nutrition and Soil Science2019
Eucalyptus biochar application enhances Ca uptake of upland rice, soil available P, exchangeable K, yield, and N use efficiency of sugarcane in a crop rotation system
Sucharat Butphu; Frank Rasche; Georg Cadisch et al.
Biochar de eucalipto forneceu Ca, P e K e aumentou o rendimento e a eficiência de uso do N em rotação arroz-cana.
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FE-028Repositório Alice · Embrapa2018
Eucalyptus biochar soil fertility and corn yield on a long term field experiment.
LUCON, I. M.; COSCIONE, A. R.; ANDRADE, C. A. de
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FE-061Repositório Alice · Embrapa2011
Avaliação dendrométrica de um plantio de eucalipto cultivado na Bacia do Rio Pardo, Mg, sob adubação convencional e a partir de composto organomineral.
BRITO, O. G.; LOPES, M. F.; RODRIGUES, T. T. M. S. et al.
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★ FE-128Embrapa (OpenAlex)2011
Efeito da Aplicação de Lixo Urbano Compostado e de Adubos Minerais no Solo e na Produtividade de Eucalyptus grandis
Guilherme de Castro Andrade; Antônio Francisco Jurado Bellote; Helton Damin da Silva et al.
Lixo urbano compostado aumentou o volume de madeira de E. grandis em 45,6% frente à testemunha.
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FE-082Embrapa (OpenAlex)2015
Deposition and nutritional quality of the litter of pure stands of Eucalyptus camaldulensis and Acacia mangium
Cristiane Figueira da Silva; Ribeiro do Carmo; Marco Antônio Martins et al.
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FE-096Embrapa (OpenAlex)2020
Mixed-species plantations of <i>Eucalyptus</i> and <i>Acacia mangium</i> increase labile carbon and phosphorus levels in Ferralsol soils in the Cerrado biome, Brazil
Wilbert Valkinir Cabreira; Marcos Gervásio Pereira; Fabiano de Carvalho Balieiro et al.
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FE-019Repositório Alice · Embrapa2016
Crescimento de eucalipto com diferentes adubações em Porto Velho, Rondônia.
ARAÚJO JÚNIOR, J. S. de; CIPRIANI, H. N.; MORAES, K. K. S. et al.
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FE-039Repositório Alice · Embrapa2020
Adubo de liberação lenta na produção de mudas do híbrido Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis.
VIEIRA, G. R.; SÁ, F. P. de; MAGALHAES, W. L. E.
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FE-114Embrapa (OpenAlex)2020
PRODUCTION OF Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis SEEDLINGS WITH DIFFERENT FERTILIZERS
Rodrigo Camara; Cristiane Figueira da Silva; Marcos Gervásio Pereira et al.
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FE-162Revista Brasileira de Ciência do Solo2011
Nutrient relations during an eucalyptus cycle at different population densities
Fernando Palha Leite; Ivo Ribeiro da Silva; Roberto Ferreira Novais et al.
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★ FE-163Revista Brasileira de Ciência do Solo2015
PRODUTIVIDADE DO EUCALIPTO, ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO E FRAÇÕES DA MATÉRIA ORGÂNICA INFLUENCIADAS PELA INTENSIDADE DE TRÁFEGO E RESÍDUOS DE COLHEITA
Guilherme Luiz de Jesus; Ivo Ribeiro da Silva; Luís Fernando Januário Almeida et al.
Manter os resíduos de colheita, sobretudo a casca, atenua a perda de produtividade por compactação e preserva o C do solo.
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FE-103Embrapa (OpenAlex)2023
Soil Carbon Stock and Indices in Sandy Soil Affected by Eucalyptus Harvest Residue Management in the South of Brazil
Jackson Freitas Brilhante de São José; Luciano Kayser Vargas; Bruno Brito Lisboa et al.
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FE-007Repositório Alice · Embrapa2014
Oat growth under different nitrogen doses in an eucalyptus alley cropping system in subtropical Brazil.
DEISS, L.; MORAES, A. de; PELISSARI, A. et al.
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FE-109Embrapa (OpenAlex)2014
Oat growth under different nitrogen doses in eucalyptus alley cropping system in subtropical Brazil
Leonardo Deiss; Aníbal de Moraes; Adelino Pelissari et al.
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FE-045Repositório Alice · Embrapa2017
Desenvolvimento das árvores em povoamentos monoespecíficos e mistos de eucalyptus urograndis e acacia mangium.
FARIAS, J. B.; CAMARGO, D.; SILVEIRA, J. G. da et al.
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FE-042Repositório Alice · Embrapa2021
O eucalipto e os desafios para a transferência de tecnologias em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).
SKORUPA, L. A.; BEHLING, M.; PORFIRIO-DA-SILVA, V.
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FE-170Revista Brasileira de Ciência do Solo2017
Nutritional Efficiency of Eucalyptus Clones Under Water Stress
Caroline Müller; Bárbara Elias Reis Hodecker; Andrew Merchant et al.
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Nutrição Foliar (19)

★ FO-067Embrapa (OpenAlex)2004
Nutritional status of Eucalyptus grandis clones evaluated by critical level and DRIS methods
Paulo Guilherme Salvador Wadt
DRIS descreveu melhor o estado nutricional que o nível crítico em clones de E. grandis; P, S e Ca foram os macros mais deficientes.
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★ FO-085Repositório Alice · Embrapa1999
Variações no estado nutricional de eucaliptos por influência do material genético e da idade da árvore.
WADT, P. G. S.; NOVAIS, R. F. de; ALVAREZ, V. H. et al.
Norma DRIS (~1.986 árvores): deficiência de N e Ca diminui com a idade da árvore, enquanto a de P aumenta; varia por material genético.
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★ FO-061Repositório Alice · Embrapa2016
Teores foliares de N, P e K em eucaliptos sob diferentes adubações em Porto Velho, Rondônia.
CIPRIANI, H. N.; COSTA, M. F. G.; OTTONI, A. de M. et al.
Teores foliares de N, P e K variam de forma mensurável sob diferentes esquemas de adubação — folha como termômetro da resposta.
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★ FO-063Repositório Alice · Embrapa2003
Variação dos teores de nutrientes foliares em eucalipto fertilizado com biossólido.
GUEDES, M. C.; POGGIANI, F.
Teores foliares de nutrientes em E. grandis jovem respondem à aplicação de biossólido.
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★ FO-036Embrapa (OpenAlex)2012
Fertilization during the establishment of a Eucalyptus camaldulensis plantation in the northern Brazilian Amazon.
Mírian Cristina Gomes Costa; Hélio Tonini; Carlos Tadeu dos Santos Dias et al.
Em campo (savana amazônica), teor foliar acompanhou doses de N, P, K; interação N×K na altura; adubação de solo dirige o crescimento.
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FO-066Embrapa (OpenAlex)2008
Fertilidade e carbono do solo e uso da água pelo eucalipto numa topossequencia em Seropédica, RJ
Fabiano de Carvalho Balieiro; Wellington Cruz Oliveira; Marcos Gervásio Pereira et al.
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★ FO-045Revista Brasileira de Ciência do Solo2012
Disponibilidade de zinco para mudas de eucalipto em solos de Cerrado
Fernando Antonio Vieira Rodrigues; Nairam Félix de Barros; Júlio César Lima Neves et al.
Deficiência de micros (B, Cu, Zn) emerge na silvicultura clonal em Cerrado; nível crítico de Zn ≤0,23 mg/dm³ (Mehlich-1) no solo.
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★ FO-046Revista Brasileira de Ciência do Solo2010
Disponibilidade de cobre para mudas de eucalipto em solos de cerrado
Fernando Antonio Vieira Rodrigues; Nairam Félix de Barros; Júlio César Lima Neves et al.
Cobre entre os micros deficientes na silvicultura clonal de Cerrado; nível crítico de Cu ≤0,12 mg/dm³ (Mehlich-1) no solo.
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★ FO-084Revista Brasileira de Ciência do Solo2009
Phloem mobility of Boron in two eucalypt clones
Edson Márcio Mattiello; Hugo Alberto Ruíz; Ivo Ribeiro da Silva et al.
B tem mobilidade no floema: 14-18% do B do tecido novo veio de aplicação foliar em folha madura; deficiência de B causa grandes perdas no Cerrado.
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★ FO-087Repositório Alice · Embrapa1999
Associação de Ctenarytaina spatulata e de teores de magnésio foliar com a seca de ponteiros de Eucalyptus grandis.
SANTANA, D. L. de Q.; ANDRADE, F. M. de; BELLOTE, A. F. J. et al.
Teor foliar baixo de Mg associado à seca de ponteiros de E. grandis, em interação com o inseto Ctenarytaina spatulata.
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★ FO-083Revista Brasileira de Ciência do Solo2009
Boron mobility in eucalyptus clones
Jackson Freitas Brilhante de São José; Ivo Ribeiro da Silva; Nairam Félix de Barros et al.
Aplicação foliar de B numa folha madura recuperou plantas deficientes; B complexado (ácido bórico+manitol) é mais móvel; resposta genótipo-dependente.
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★ FO-047Summa Phytopathologica2019
Fitossanidade e qualidade de mudas de Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis em função da aplicação de fosfito e silício
Thiago Tássio de Sousa Silva; Grasiela Spada; Marianne Fidalgo de Faria et al.
Fosfito e silício foliares reduziram bacteriose e mantiveram uniformidade/qualidade de mudas de eucalipto em viveiro.
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★ FO-059Repositório Alice · Embrapa2007
Efeito do nitrogênio no estado nutricional e na produção de biomassa em minicepas de Eucalyptus dunnii Maiden.
ROSA, L. S.; GROSSI, F.; WENDLING, I. et al.
Forma e dose de N na fertirrigação ajustam estado nutricional e biomassa de minicepas de E. dunnii no minijardim clonal.
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★ FO-082Revista Brasileira de Ciência do Solo2009
Relação do estado nutricional de minicepas com o enraizamento de miniestacas de eucalipto
Ana Catarina Monteiro Carvalho Mori da Cunha; Haroldo Nogueira de Paiva; Nairam Félix de Barros et al.
Estado nutricional foliar das minicepas associa-se ao enraizamento das miniestacas, de modo genótipo-dependente.
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★ FO-008Repositório Alice · Embrapa2015
Efeito de produto biotecnológico nos teores de nutrientes e CUB em mudas de Eucalyptus benthamii.
MONTEIRO, P. H. R.; WINAGRASKI, E.; AUER, C. G.
Insumo aplicado ao substrato altera teores foliares e o CUB (coeficiente de utilização biológica) em mudas de E. benthamii.
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FO-065Embrapa (OpenAlex)2007
Utilização de águas residuárias provenientes do tratamento biológico de esgotos domésticos na produção de mudas de Eucalyptus grandis Hill. ex. maiden
Danielle Celentano; Iraê Amaral Guerrini; Vera Lex Engel et al.
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★ FO-034Embrapa (OpenAlex)2011
Aplicação de silicatos de cálcio e de potássio e o crescimento de mudas de Eucalyptus grandis
I. A. Bognola; Lina Avila Clasen; Luziane Franciscon et al.
Silicato de Ca/K via substrato ou foliar foi inadequado ao crescimento de mudas de E. grandis quando o substrato já era equilibrado.
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FO-081Revista Brasileira de Ciência do Solo2002
Uso de biossólidos em povoamento de eucalipto: efeito em atributos químicos do solo, no crescimento e na absorção de nutrientes
Luciano Mendes Souza Vaz; José Leonardo de Moraes Gonçalves
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★ FO-043Planta Daninha2010
Quantificação e composição química de cera epicuticular de folhas de eucalipto
Rafael Gomes Viana; Leonardo David Tuffi Santos; Antônio J. Demuner et al.
Folha de eucalipto tem cera epicuticular abundante (predomínio de hidrocarbonetos), que varia entre clones — barreira à penetração foliar.
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Doenças (89)

★ DO-081Plant Disease2025
First Report of <i>Ralstonia syzygii</i> Causing Bacteria Wilt on Eucalyptus in Brazil
Rafael Reis de Rezende; Túlio Morgan; Fabíola OCampo Quintero et al.
Primeiro relato de Ralstonia syzygii causando murcha bacteriana em eucalipto no Brasil, em viveiro
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DO-026Repositório Alice · Embrapa2025
Influência de diferentes temperaturas no período de incubação de Erwinia psidii em eucalipto.
ORTIZ, P. C.; MOREIRA, T. F.; SCHUH, G. C. et al.
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★ DO-019Repositório Alice · Embrapa2021
Pesquisas com doenças em eucalipto na Região sul do Brasil.
AUER, C. G.; SANTOS, A. F. dos
30 anos de patologia florestal Embrapa: mapa das doencas de viveiro e campo do eucalipto no Sul do Brasil
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DO-027Repositório Alice · Embrapa2017
Doenças foliares do eucalipto no baixo Acre: as ameaças fitossanitárias na implantação.
ROWEDER, C.; SIVIERO, A.; GOMES, N. S. B. et al.
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DO-011Repositório Alice · Embrapa2016
Doenças em plantios jovens de eucalipto em sistemas agroflorestais no Acre.
SIVIERO, A.; ROWEDER, C.; GOMES, N. S. B. et al.
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DO-094Summa Phytopathologica2014
Comparação de dois métodos de elaboração e validação de escala diagramática para a quantificação da severidade da mancha de Cylindrocladium em eucalipto
Vítor Flávio Furtado Damasceno; Edson Luiz Furtado; Pedro J. Ferreira-Filho
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★ DO-006Repositório Alice · Embrapa2015
Impacto da mancha foliar causada por Cylindrocladium candelabrum em plantios jovens de Eucalyptus benthamii em Rio Negrinho - SC.
SCHULTZ, B.; SBRAVATTI JUNIOR, J. A.; AUER, C. G. et al.
Mancha de Cylindrocladium candelabrum em E. benthamii: incidencia 2,6-43,8% e severidade 1,2-2,9, ligada a chuva e altura
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DO-048Embrapa (OpenAlex)2015
IMPACTO DA MANCHA FOLIAR CAUSADA POR &lt;i&gt;Cylindrocladium candelabrum&lt;/i&gt; EM PLANTIOS JOVENS DE &lt;i&gt;Eucalyptus benthamii&lt;/i&gt; EM RIO NEGRINHO – SC
Bruno Schultz; José Antonio Sbravatti; Celso Garcia Auer et al.
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★ DO-003Repositório Alice · Embrapa2012
Zoneamento climático da mancha foliar causada por Cylindrocladium candelabrum em plantios jovens de Eucalyptus benthamii nos estados do sul do Brasil.
SCHULTZ, B.; PEREIRA, G.; MATAVELI, G. A. V. et al.
Zoneamento climatico da mancha de C. candelabrum: verao quente-umido e critico; ajustar epoca de plantio reduz infeccao
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★ DO-133Embrapa (OpenAlex)2009
Factors influencing infection of eucalypts by <i>Cylindrocladium pteridis</i>
Rodrigo Neves Graça; Acelino C. Alfenas; Luiz A. Maffia et al.
Epidemiologia de Cylindrocladium pteridis: penetra por estomatos; severidade sobe com inoculo, molhamento 6-48h, idade e base do tronco
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★ DO-105Tropical Plant Pathology2013
Mass spore production and inoculation of Calonectria pteridis on Eucalyptus spp. under different environmental conditions
Rafael Ferreira Alfenas; Olinto Liparini Pereira; Rodrigo G. Freitas et al.
Producao massal e inoculacao de Calonectria pteridis; temperatura otima de infeccao ~26 C; util para triagem de clones
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DO-016Repositório Alice · Embrapa2017
Fungos associados à mancha foliar e ao cancro de Eucalyptus grandis Hill (ex Maiden), em dois locais do Estado de São Paulo.
REZENDE, E. H.; AUER, C. G.; HIGA, A. R. et al.
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DO-051Embrapa (OpenAlex)2017
FUNGOS ASSOCIADOS À MANCHA FOLIAR EM Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage NA REGIÃO SUL DO BRASIL
Izabele Domingues Soares; Celso Garcia Auer; A. F. dos Santos et al.
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DO-054Embrapa (OpenAlex)2022
Pathogenic Characterization of Pestalotiopsis grandis-urophylla Isolates Using Mycelial Suspension
Lincon Rafael da Silva; Marina Gabriela Marques; Érico de Campos Dianese et al.
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★ DO-096Summa Phytopathologica2012
Teratosphaeria nubilosa em plantações comerciais de Eucalyptus globulus nas regiões Sul e Sudeste do Brasil
Martha Maria Passador; Patrícia Rodrigues de Lima; Cristiane de Pieri et al.
Teratosphaeria nubilosa (mancha de micosferela) em E. globulus no Sul/Sudeste; especie muito suscetivel
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DO-145Phytopathology2007
Development of Nested Polymerase Chain Reaction Detection of<i>Mycosphaerella</i>spp. and Its Application to the Study of Leaf Disease in<i>Eucalyptus</i>Plantations
Morag Glen; A. H. Smith; Stephen Langrell et al.
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★ DO-080Plant Disease2022
A Robust Disease Scoring Method to Screen<i>Eucalyptus</i>for Resistance Against the Aggressive Leaf Pathogen<i>Teratosphaeria destructans</i>
Myriam Solís; Almuth Hammerbacher; Michael J. Wingfield et al.
Teratosphaeria destructans, das mais devastadoras; metodo de escore de resistencia para fenotipagem de clones
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DO-109Tropical Plant Pathology2014
Teratosphaeria pseudoeucalypti on eucalyptus in Brazil
Tonimara de Souza Cândido; André Costa da Silva; Lúcio Mauro da Silva Guimarães et al.
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★ DO-084Plant Disease2021
Comparison of the Infection Biology of <i>Teratosphaeria destructans</i> and <i>Teratosphaeria epicoccoides</i> on <i>Eucalyptus</i>
Myriam Solís; Michael J. Wingfield; Almuth Hammerbacher et al.
Biologia de infeccao: T. destructans germina a 25-30 C e T. epicoccoides a 15-20 C; ambos penetram por estomatos
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DO-004Repositório Alice · Embrapa2014
Plant growth and leaf-spot severity on eucalypt at different CO2 concentrations in the air.
SILVA, C. E. da; GHINI, R.
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DO-046Embrapa (OpenAlex)2015
Elevated Atmospheric Carbon Dioxide Concentration Increases Eucalyptus Plantlets Growth and Reduces Diseases Severity
R. Ghini; Rodrigo E.O. MacLeod; Millena Silva dos Santos et al.
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DO-001Repositório Alice · Embrapa2012
Efeito do aumento da concentração de CO2 do ar sobre a severidade e esporulação de Cylindrocladium scoparium em folhas destacadas de eucalipto.
SILVA, C. E. O. da; GHINI, R.
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★ DO-078Plant Disease2014
First Report of <i>Puccinia psidii</i> (Myrtle Rust) in <i>Eucalyptus</i> Plantations in Australia
Angus J. Carnegie
Puccinia psidii em plantios da Australia; hospeda >445 especies/72 generos; reduz crescimento, deforma haste e mata
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★ DO-098Summa Phytopathologica2014
Mapeamento de áreas de risco para ocorrência da ferrugem do eucalipto no Espírito Santo e extremo sul da Bahia
Willian Bucker Moraes; Waldir Cintra de Jesús; Reginaldo Gonçalves Máfia et al.
Mapa de risco da ferrugem ES/BA: 18-25 C (otimo 23) + molhamento noturno >6h por 5-7 dias favorecem a doenca
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DO-100Summa Phytopathologica2014
Potential impact of the global climate changes on the spatial distribution of areas of risk for the occurrence of eucalyptus rust in Brazil
Willian Bucker Moraes; Waldir Cintra de Jesús; Roberto Avelino Cecílio et al.
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DO-126Repositório Alice · Embrapa2017
Influência das mudanças climáticas nas zonas de ocorrência da ferrugem do eucalipto na região Sul do Brasil.
AUER, C. G.; BRITO, G. S.; WREGE, M. S. et al.
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DO-127Repositório Alice · Embrapa2009
Distribuição geográfica da ferrugem do eucalipto na região Sul do Brasil.
AUER, C. G.; SANTOS, A. F. dos; ROSOT, M. A. D. et al.
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★ DO-037Embrapa (OpenAlex)2014
Resistance of Eucalyptus pellita to rust (Puccinia psidii)
Marisângela Rodrigues Santos; Lúcio Mauro da Silva Guimarães; Marcos Deon Vilela de Resende et al.
E. pellita como fonte de resistencia a ferrugem; herdabilidade estreita 32,7-37,3%; genes de efeito maior e menor
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DO-049Embrapa (OpenAlex)2011
Identification of a novel QTL contributing to rust resistance in Eucalyptus
Bruno Marco de Lima; Juliana EC Teixeira; Rodrigo Gazaffi et al.
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DO-132Embrapa (OpenAlex)2011
Genetic mapping provides evidence for the role of additive and non-additive QTLs in the response of inter-specific hybrids of Eucalyptus to Puccinia psidii rust infection
Alexandre Alonso Alves; Carla Cristina Gonçalves Rosado; Danielle Assis de Faria et al.
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DO-134Embrapa (OpenAlex)2007
Resitência de Eucalyptus globulus e Eucalyptus nitens à ferrugem (Puccinia psidii)
Adelica Aparecida Xavier; Eugênio Von. Sanfuentes; D. T. Junghans et al.
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DO-099Summa Phytopathologica2017
Seleção de genótipos de eucalipto resistentes à ferrugem (Puccinia psidii) através de parâmetros monocíclicos
Karina Carnielli Zamprogno Ferreira; Celso Luís Marino; Edson Luiz Furtado
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DO-095Summa Phytopathologica2014
Avaliação da resistência de espécies de eucalipto à ferrugem (Puccinia psidii Winter)
Diene Elen Miranda da Silva; Luís Antônio Siqueira de Azevedo; Tathianne Pastana de Souza Poltronieri
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★ DO-097Summa Phytopathologica2011
Eficiência e viabilidade econômica do controle químico da ferrugem do eucalipto em condições de campo
Marcus Vinícius Masson; Willian Bucker Moraes; William Costa Matos et al.
Controle quimico a campo da ferrugem: tebuconazol+trifloxistrobina e azoxistrobina eficazes e economicamente viaveis
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DO-091Summa Phytopathologica2010
Efeito de indutores bióticos e abióticos na atividade de quitinase e peroxidase e no controle da ferrugem causada por Puccinia psidii em eucalipto
Leonardo Pires Boava; Odair José Kuhn; Sérgio Florentino Pascholati et al.
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DO-110Tropical Plant Pathology2010
Atividade de quitinases e peroxidases em folhas de eucalipto em diferentes estágios de desenvolvimento após tratamento com acibenzolar-S-metil (ASM) e inoculação com Puccinia psidii
Leonardo Pires Boava; Odair José Kuhn; Sérgio Florentino Pascholati et al.
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★ DO-033Embrapa (OpenAlex)2010
Genetic control of Eucalyptus urophylla and E. grandis resistance to canker caused by Chrysoporthe cubensis
Lúcio Mauro da Silva Guimarães; Marcos Deon Vilela de Resende; Douglas Lau et al.
Resistencia a Chrysoporthe cubensis com herdabilidade ampla ~81%; lesao no xilema e o melhor criterio de selecao
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DO-149Plant Disease2005
Relative Pathogenicity of<i>Cryphonectria cubensis</i>on<i>Eucalyptus</i>Clones Differing in Their Resistance to<i>C. cubensis</i>
S. W. van Heerden; Henry V. Amerson; Oliver Preisig et al.
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DO-073Plant Disease2010
Identification and Pathogenicity of <i>Chrysoporthe cubensis</i> on <i>Eucalyptus</i> and <i>Syzygium</i> spp. in South China
S. F. Chen; Marieka Gryzenhout; Jolanda Roux et al.
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★ DO-024Repositório Alice · Embrapa2023
Favorabilidade climática para cancro basal (Botryosphaeria) em Eucalyptus benthamii no Paraná e Santa Catarina, Brazil.
BRITO, G. S.; WREGE, M. S.; SANTOS, A. F. dos et al.
Favorabilidade climatica ao cancro basal (Botryosphaeria) em E. benthamii: 23,3-24,2 C e 1.620-1.910 mm/ano
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DO-025Repositório Alice · Embrapa2025
Etiology and epidemiology of Botryosphaeria canker of Eucalyptus urophylla S. T. Blake in pure stand and an integrated crop-livestock-forest system.
GOMES, A. P.; GOMES, N. S. B.; GONCALVES, R. C. et al.
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DO-150Plant Disease2008
First Report of Canker Disease Caused by <i>Neofusicoccum australe</i> on Eucalyptus and Pistachio in Spain
Josep Armengol; David Gramaje; A. Pérez‐Sierra et al.
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★ DO-067Phytopathology2011
Movement of Genotypes of <i>Ceratocystis fimbriata</i> Within and Among <i>Eucalyptus</i> Plantations in Brazil
Maria Alves Ferreira; T. C. Harrington; Acelino C. Alfenas et al.
Ceratocystis fimbriata e nativo do solo e disseminado por estacas de arvores doentes e ferramentas de corte
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DO-074Plant Disease2014
Genetic Analyses Trace the Yunnan, China Population of <i>Ceratocystis fimbriata</i> on Pomegranate and Taro to Populations on <i>Eucalyptus</i> in Brazil
T. C. Harrington; Qiong Huang; Maria Alves Ferreira et al.
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★ DO-034Embrapa (OpenAlex)2010
Resistance to Ceratocystis Wilt (Ceratocystis fimbriata) in Parents and Progenies of Eucalyptus grandis x E. urophylla
Carla Cristina Gonçalves Rosado; Lúcio Mauro da Silva Guimarães; Miranda Titon et al.
Resistencia a Ceratocystis fimbriata: forte controle genetico (h2 ~50%), ganho de selecao ate -74,4% na lesao
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DO-147Plant Disease2004
Resistance of <i>Eucalyptus</i> Clones to <i>Ceratocystis fimbriata</i>
Edival Ângelo Valverde Zauza; Acelino C. Alfenas; T. C. Harrington et al.
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DO-104Summa Phytopathologica2024
Antagonistic potential of Trichoderma harzianum and Purpureocillium lilacinum on Ceratocystis fimbriata in soil cultivated with eucalyptus
Gabriel Leonardi Antonio; Ana Carolina Firmino
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DO-113Repositório Alice · Embrapa2000
Contribuição de fatores climáticos na ocorrência da seca de ponteiros de Eucalyptus grandis em Arapoti - PR.
MASCHIO, L. M. A.; ANDRADE, F. M.; AUER, C. G.
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DO-141Embrapa (OpenAlex)2013
A podridão do cerne em árvores vivas de eucalipto
Celso Garcia Auer; A. F. dos Santos
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★ DO-090Revista Brasileira de Ciência do Solo2018
Physiological Responses to Hypoxia and Manganese in Eucalyptus Clones with Differential Tolerance to Vale do Rio Doce Shoot Dieback
Ignácio Harguindeguy; Gustavo Franco de Castro; Sarah Vieira Novais et al.
Vale do Rio Doce shoot dieback: disturbio abiotico por hipoxia e excesso de Mn/Fe que mimetiza doenca biotica
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★ DO-007Repositório Alice · Embrapa2015
Ocorrência da murcha bacteriana em eucalipto no Acre, Amazônia.
SIVIERO, A.; ROWEDER, C.; MACEDO, P. E. F. de et al.
Murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum biovar 1) grave no Norte, em areas recem-desmatadas quentes e umidas
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DO-112Tropical Plant Pathology2012
Characterization of isolates of Ralstonia solanacearum biovar 2, pathogenic to Eucalyptus "urograndis" hybrids
Eder Marques; Carlos Hidemi Uesugi; Marisa A. S. V. Ferreira et al.
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DO-083Plant Disease2020
First Report of <i>Ralstonia solanacearum</i> Causing Bacterial Wilt of Eucalyptus in Ecuador
Pablo Israel Álvarez Romero; Cristhian Grabowski Ocampos; Carlos Carpio et al.
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★ DO-035Embrapa (OpenAlex)2018
Xanthomonas axonopodis pv. eucalyptorum pv. nov. Causing Bacterial Leaf Blight on Eucalypt in Brazil
Hélvio Gledson Maciel Ferraz; Jorge L. Badel; Lúcio Mauro da Silva Guimarães et al.
Mancha foliar bacteriana por Xanthomonas axonopodis pv. eucalyptorum, sobretudo em viveiro; taxonomia polifasica
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DO-124Repositório Alice · Embrapa2005
Etiologia da mancha foliar bacteriana do eucalipto no Brasil.
GONCALVES, R. C.
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★ DO-107Tropical Plant Pathology2014
Favorable conditions for Xanthomonas axonopodis infection in Eucalyptus spp.
Daniela Andrade Neves; Lúcio Mauro da Silva Guimarães; Hélvio Gledson Maciel Ferraz et al.
Condicoes para Xanthomonas axonopodis: 4o par de folhas, 12h de agua livre e 26-30 C maximizam a severidade
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DO-069Phytopathology2023
Whole-Genome-Sequence-Based Classification of <i>Xanthomonas euvesicatoria</i> pv. <i>eucalypti</i> and Computational Analysis of the Type III Secretion System
Manoj Choudhary; Gerald V. Minsavage; Erica M. Goss et al.
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DO-146Plant Disease2002
Bacterial Blight and Dieback of <i>Eucalyptus</i> Species, Hybrids, and Clones in South Africa
Teresa A. Coutinho; Oliver Preisig; Joris Mergaert et al.
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DO-092Summa Phytopathologica2019
Fitossanidade e qualidade de mudas de Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis em função da aplicação de fosfito e silício
Thiago Tássio de Sousa Silva; Grasiela Spada; Marianne Fidalgo de Faria et al.
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DO-136Embrapa (OpenAlex)2006
Efeito "in vitro" de antibióticos e rizobactérias no controle de bactérias fitopatogênicas ao Eucalyptus spp.
Jeane de Fátima Cunha; Edgard Augusto de Toledo Picoli; Acelino C. Alfenas et al.
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DO-106Tropical Plant Pathology2012
Activity of extracellular compounds of Pseudomonas sp. against Xanthomonas axonopodis in vitro and bacterial leaf blight in eucalyptus
Lucilene P. Lopes; Admiltom G. Oliveira; Jamile P.O. Beranger et al.
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DO-121Repositório Alice · Embrapa2003
Interação entre isolados de Cylindrocladium obtidos de eucalipto e erva-mate e espécies de Eucalyptus e Ilex.
GRIGOLETTI JÚNIOR, A.; BIZI, R. M.; AUER, C. G.
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★ DO-013Repositório Alice · Embrapa2016
Redução da severidade do mofo cinzento em mudas de Eucalyptus benthamii tratadas com Trichoderma atroviride.
SBRAVATTI JUNIOR, J. A.; POITEVIN, C. G.; ROBL, D. et al.
Trichoderma atroviride reduz mofo cinzento (Botrytis) em E. benthamii de forma semelhante ao fungicida iprodione
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DO-102Summa Phytopathologica2016
Redução da severidade do mofo cinzento em mudas de Eucalyptus benthamii tratadas com Trichoderma atroviride
José Antonio Sbravatti; Carolina Gracia Poitevin; Diogo Robl et al.
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DO-038Embrapa (OpenAlex)2019
Foliar application of endophytic <i>Wickerhamomyces anomalus</i> against grey mould in <i>Eucalyptus dunnii</i>
Carolina Gracia Poitevin; Rafaela Schmal Veronesi; Ida Chapaval Pimentel et al.
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DO-057Embrapa (OpenAlex)2019
Potencial de leveduras endofíticas no controle biológico de mofo-cinzento em eucalipto
Carolina Gracia Poitevin; Rafaela Schmal Veronesi; Celso Garcia Auer et al.
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DO-128Repositório Alice · Embrapa2004
Uso de Gliocladium roseum no controle de Botrytis cinerea em Eucalyptus benthamii.
GRIGOLETTI JUNIOR, A.; BIZI, R. M.; AUER, C. G. et al.
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DO-079Plant Disease2014
First Report on Resistance to Pyraclostrobin, Thiophanate-methyl, Fenhexamid and Boscalid in <i>Botrytis cinerea</i> from Eucalyptus Seedlings in Florida Greenhouses
Achour Amiri; Adrian I. Zuniga; J. C. Mertely et al.
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★ DO-045Embrapa (OpenAlex)2012
Uso do silicato de potássio no controle de oídio em mudas de Eucalyptus benthamii
Bruno Schultz; Karen Christiane Bora; Antônio Carlos Nogueira et al.
Silicato de potassio controla oidio (Oidium eucalypti) em mudas de E. benthamii; aplicacao por 14 dias e a melhor
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DO-060Embrapa (OpenAlex)2012
Uso do silicato de potássio no controle de oídio em mudas de Eucalyptus benthamii
Bruno Schultz; Karen Christiane Bora; Antônio Carlos Nogueira et al.
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DO-130Repositório Alice · Embrapa2007
Seleção de fungos antagonistas para o controle do oídio em mudas de Eucalyptus benthamii.
BIZI, R. M.; GRIGOLETTI JUNIOR, A.; AUER, C. G.
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DO-139Embrapa (OpenAlex)2005
Seleção de Fungicidas para Controle de Oídio em Eucalipto
Rafaela Mazur Bizi; Albino Garcia Grigoletti Júnior; Celso Garcia Auer
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DO-135Embrapa (OpenAlex)2008
Produtos alternativos no controle do oídio em mudas de eucalipto
Rafaela Mazur Bizi; A. Grigoletti; Celso Garcia Auer et al.
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★ DO-108Tropical Plant Pathology2014
Colletotrichum theobromicola causes defoliation, stem girdling and death of mini-cuttings of eucalyptus in Brazil
Ana Lucia Rodrigues; Danilo Batista Pinho; Daniela O. Lisboa et al.
Colletotrichum theobromicola causa desfolha, anelamento de haste e morte de miniestacas de eucalipto no Brasil
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DO-052Embrapa (OpenAlex)2019
Etiologia da mortalidade de miniestacas de Eucalyptus benthamii e possíveis fontes de inóculo
Thiare Aparecida do Valle Coelho; Izabele Domingues Soares; Izabela Moura Duin et al.
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DO-014Repositório Alice · Embrapa2017
Fungos associados com a mortalidade de miniestacas de Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage.
COELHO, T. A. do V.; DUIN, I. M.; SOARES, I. D. et al.
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★ DO-028Arquivos Inst Biologico2021
Host status of eucalypt species to Pratylenchus brachyurus and Meloidogyne incognita
Victor Hugo Moura de Souza; Mário Massayuki Inomoto
Eucalipto e hospedeiro de Pratylenchus brachyurus (multiplica) e Meloidogyne incognita: risco em iLPF
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DO-143Nematologia Brasileira2012
Eucalyptus clones reaction to Meloidogyne enterolobii.
Eduardo José de Almeida; Vagner Paes; Bruno Flávio Figueiredo Barbosa et al.
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★ DO-111Tropical Plant Pathology2012
Slow sand filtration eradicates eucalypt clonal nursery plant pathogens from recycled irrigation water in Brazil
Maria Alves Ferreira; Acelino C. Alfenas; Daniel Henrique Breda Binoti et al.
Filtracao lenta em areia da agua reciclada erradica Ralstonia, Cylindrocladium candelabrum e Botrytis em viveiro
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DO-148Plant Disease2000
Managing the Risks of Phytophthora Root and Collar Rot During Bauxite Mining in the <i>Eucalyptus marginata</i> (Jarrah) Forest of Western Australia
I.J. Colquhoun; G.E.St.J. Hardy
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DO-144Phytopathology2001
Association of Cellulytic Enzyme Activities in Eucalyptus Mulches with Biological Control of <i>Phytophthora cinnamomi</i>
A. James Downer; J. A. Menge; E. Pond
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DO-047Embrapa (OpenAlex)2011
QTL associated with resistance to defoliation (Cylindrocladium pteridis) in Eucalyptus spp.
Talyta G. Zarpelon; Lúcio MS Guimarães; Marcelo Magalhães Coutinho et al.
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DO-053Embrapa (OpenAlex)2019
Avaliação da resistência de progênies de Eucalyptus grandis para mancha foliar de Cylindrocladium e Kirramyces
Eduardo Henrique Rezende; Izabela Moura Duin; Thiare Aparecida do Valle Coelho et al.
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DO-071Plant Disease2014
Screening <i>Eucalyptus cloeziana</i> and <i>E. argophloia</i> Populations for Resistance to <i>Puccinia psidii</i>
David J. Lee; J. T. Brawner; Geoff S. Pegg
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DO-050Embrapa (OpenAlex)2021
Potencial de seleção em uma população de &lt;i&gt;Eucalyptus grandis&lt;/i&gt; Hill ex Maiden, para resistência à mancha foliar e ao cancro
Eduardo Henrique Rezende; Celso Garcia Auer; Izabela Moura Duin et al.
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DO-020Repositório Alice · Embrapa2021
Manuseio de pólen e produção de híbridos de Eucalyptus e Corymbia.
SOUSA, V. A. de; AGUIAR, A. V. de; PINTO JUNIOR, J. E.
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DO-103Summa Phytopathologica2022
Incidência da ferrugem do eucalipto (Austropuccinia psidii) em sistema agroflorestal
João Paulo Agápto; Fernando Silveira Franco; Iuri Emmanuel de Paula Ferreira et al.
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DO-043Embrapa (OpenAlex)2018
Biological Control of Leaf Spot and Growth Promotion of Eucalyptus Plants by Trichoderma spp.
M. R. Carvalho Filho; Irene Martins; Gustavo Henrique Silva Peixoto et al.
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DO-122Repositório Alice · Embrapa2005
Controle alternativo do oídio e mofo-cinzento em mudas de eucalipto.
GRIGOLETTI JÚNIOR, A.; BIZI, R. M.
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Pragas (77)

PR-005Repositório Alice · Embrapa2011
Manejo de pragas exóticas em florestas de eucalipto.
WILCKEN, C. F.; BARBOSA, L. R.; SA, L. A. N. de et al.
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PR-144Embrapa (OpenAlex)2007
Introduced <i>Eucalyptus</i> psyllids in Brazil
Dalva Luiz de Queiroz; Daniel Burckhardt
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PR-078Embrapa (OpenAlex)2021
Entomofauna aérea em Eucalyptus spp. no Sudeste do Pará, Brasil
Ivy Laura SALIBA; Alexandre Mehl Lunz; Telma Fátima Vieira Batista et al.
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PR-089J Economic Entomology2010
Accumulation of Pest Insects on Eucalyptus in California: Random Process or Smoking Gun
Timothy D. Paine; Jocelyn G. Millar; Kent M. Daane
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★ PR-052Embrapa (OpenAlex)2022
Suitable areas for invasive insect pests in Brazil and the potential impacts for eucalyptus forestry
Juliana Santos da Mota; Leonardo Rodrigues Barbosa; César Augusto Marchioro
Modelos de nicho ecologico preveem ampla area brasileira apta a nove pragas invasoras do eucalipto.
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PR-035Repositório Alice · Embrapa2022
Detecção e rastreamento de múltiplos objetos utilizando redes profundas no contexto de mapeamento de formigueiros em plantação de Eucaliptos.
RAMALHO, G. L. S.
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★ PR-139Repositório Alice · Embrapa2007
Densidade de ninhos e danos causados por Atta sexdens rubropilosa (Hymenoptera: Formicidae em plantio inicial de Eucalyptus urograndis.
REIS FILHO, W.; IEDE, E. T.; ROCHA, V. J. et al.
Densidade de ninhos e escala de danos por Atta sexdens rubropilosa em plantio inicial de urograndis sem controle.
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★ PR-002Repositório Alice · Embrapa2011
Danos causados por diferentes níveis de desfolha artificial para simulação do ataque de formigas cortadeiras em Pinus taeda e Eucalyptus grandis.
REIS FILHO, W.; SANTOS, F. dos; STRAPASSON, P. et al.
Desfolha artificial: E. grandis com 100% de desfolha ja perde crescimento aos 3 meses, proporcional a intensidade do ataque de formigas.
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★ PR-060Embrapa (OpenAlex)2023
ARTIFICIAL DEFOLIATION ON Eucalyptus benthammii AND Eucalyptus dunnii FOR SIMULATION OF LEAF-CUTTING ANT ATTACKS
Mariane Aparecida Nickele; Wilson Reis Filho; S. do R. C. Penteado et al.
E. dunnii com 100% de desfolha (simulando Acromyrmex) sofre mortalidade significativa e exige replantio; E. benthamii se recupera.
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PR-043Repositório Alice · Embrapa2023
Artificial defoliation Eucalyptus benthammii and Eucalyptus dunnii for simulation of leaf-cutting ant attacks.
NICKELE, M. A.; REIS FILHO, W.; PENTEADO, S. do R. C. et al.
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★ PR-081Embrapa (OpenAlex)2014
PREFERÊNCIA DE CORTE DE &lt;i&gt;Acromyrmex crassispinus&lt;/i&gt; (FOREL, 1909) E &lt;i&gt;Acromyrmex ambiguus&lt;/i&gt; (EMERY, 1887) (HYMENOPTERA: FORMICIDAE) POR DIFERENTES ESPÉCIES DE EUCALIPTOS EM LABORATÓRIO
João Luís Osório Rosado; Alci Enimar Loeck; Deise Farias Freitas et al.
Preferencia de corte de Acromyrmex: C. citriodora, E. dunnii e E. globulus sao as especies menos cortadas.
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PR-133Repositório Alice · Embrapa2007
Preferência de corte de Eucalyptus spp. por Acromyrmex laticeps nigrosetosus forel, 1908 (hymenoptera: formicidae) em condições de laboratório.
MARSARO JUNIOR, A. L.; MOLINA-RUGAMA, A. J.; LIMA, C. A. et al.
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★ PR-091J Economic Entomology2015
Does Diatomaceous Earth Control Leaf-Cutter Ants (Hymenoptera: Formicidae) in the Eucalyptus Plantations?
Pedro J. Ferreira-Filho; Carlos Frederico Wilcken; Deize Aires Neves et al.
Terra diatomacea avaliada contra Atta sexdens rubropilosa, comparada a isca de sulfluramida em plantios de eucalipto.
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PR-040Repositório Alice · Embrapa2010
Bronze bug Thaumastocoris peregrinus carpinteiro and dellapé (Hemiptera: Thaumastocoridae) on Eucalyptus in Brazil and its distribution.
WILCKEN, C. F.; SOLIMAN, E. P.; SA, L. A. N. de et al.
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★ PR-004Repositório Alice · Embrapa2011
Monitoramento em três hortos florestais de eucalipto no Estado de São Paulo da praga exótica percevejo bronzeado Thaumastocoris Peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae).
SERAFIM, C. A; SÁ, L. A. N. de; PESSOA, M. C. P. Y. et al.
Percevejo-bronzeado monitorado em SP; na Australia controla-se com imidacloprido injetado no tronco.
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★ PR-034Repositório Alice · Embrapa2012
Monitoramento do percevejo bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) em hortos de Eucalyptus spp de três regionais do estado de Minas Gerais.
VIDAL, S. B.; LAZARIN, D. F.; PESSOA, M. C. P. Y. et al.
Pico de 2.022 percevejos-bronzeados em outubro (Rio Doce-MG); dano = prateamento e queda foliar.
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★ PR-027Repositório Alice · Embrapa2018
Favorabilidade mensal à ocorrência de Thaumastocoris peregrinus em Eucalyptus spp. nos estados brasileiros.
PESSOA, M. C. P. Y.; MINGOTI, R.; SA, L. A. N. de et al.
Zoneamento de favorabilidade mensal (temperatura e UR) para picos de T. peregrinus por estado brasileiro.
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PR-028Repositório Alice · Embrapa2019
Áreas brasileiras aptas a ocorrência mensal de Thaumastocoris peregrinus em Eucalyptus spp.
PESSOA, M. C. P. Y.; MINGOTI, R.; MARINHO-PRADO, J. S. et al.
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★ PR-003Repositório Alice · Embrapa2011
Avaliações preliminares da dinâmica populacional do percevejo bronzeado em Eucalyptus camaldulensis em condições de criação laboratorial: estudo por simulação numérica.
LAZARIN, D. F.; PESSOA, M. C. P. Y.; SA, L. A. N. de et al.
Cleruchoides noackae (Mymaridae), parasitoide de ovos, e a base do controle biologico do percevejo-bronzeado.
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★ PR-026Repositório Alice · Embrapa2018
Contributions of quarantine laboratory "Costa Lima" of EMBRAPA Meio Ambiente to the classical biological control of exotic Eucalyptus pests in Brazil.
SA, L. A. N. de; PESSOA, M. C. P. Y.; WILCKEN, C. F. et al.
LQC Costa Lima/Embrapa: P. bliteus importado do Mexico (2004-06) deu controle efetivo do psilideo-de-concha.
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PR-125Repositório Alice · Embrapa2018
New technologies improve the use Cleruchoides noackae (Hymenoptera: Mymaridae) in biocontrol of Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) in Eucalyptus plantations.
BARBOSA, L. R.; BECCHI, L.; RODRIGUES, A. et al.
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★ PR-056Embrapa (OpenAlex)2019
Chemical vs entomopathogenic control of Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) via aerial application in eucalyptus plantations
Carlos Frederico Wilcken; Mário Henrique Ferreira do Amaral Dal Pogetto; A. C. V. Lima et al.
Via aerea, bioinseticidas B. bassiana/M. anisopliae tem eficiencia similar a quimicos contra T. peregrinus.
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★ PR-008Repositório Alice · Embrapa2012
Volatile chemicals of adults and nymphs of the Eucalyptus pest, Thaumastocoris peregrinus (Heteroptera: Thaumastocoridae).
MARTINS, C. B. C.; SOLDI, R. A.; BARBOSA, L. R. et al.
Semioquimicos de ninfas e adultos de T. peregrinus identificados como pistas para feromonios em armadilhas.
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PR-070Embrapa (OpenAlex)2012
Volatile Chemicals of Adults and Nymphs of the<i>Eucalyptus</i>Pest,<i>Thaumastocoris peregrinus</i>(Heteroptera: Thaumastocoridae)
Camila B. C. Martins; Rafael A. Soldi; Leonardo Rodrigues Barbosa et al.
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PR-030Repositório Alice · Embrapa2020
Psilídeos (Hemiptera: Psylloidea) em Eucalyptus (Myrtaceae) no Paraná.
OLIVEIRA, H. M. S. de; QUEIROZ, D. L. de; CARVALHO, R. C. Z. de
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PR-120Repositório Alice · Embrapa2003
Alterações anatômicas no caule de plantas jovens de Eucalyptus grandis pelo ataque do psilídeo (Ctenarytaina spatulata TAYLOR, PSYLLIDAE, HEMIPTERA).
BOTOSSO, P. C.; MATTOS P. P. de; SANTANA, D. L. Q. et al.
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PR-140Repositório Alice · Embrapa2008
Ocorrência de três espécies de Psilídeo (Hemiptera: Psyllidae) em eucalipto no Espírito Santo.
REZENDE, M. Q.; SANTANA, D. L. de Q.
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★ PR-021Repositório Alice · Embrapa2017
Flutuação populacional de Glycaspis brimblecombei e seu parasitoide Psyllaephagus bliteus e Thaumastocoris peregrinus em plantações de eucalipto.
CARVALHO NETO, H.; SEVERI, D. R.; VOMERO, P. A. S. et al.
Flutuacao de G. brimblecombei: picos out/nov (Sao Simao-SP, 3.948 insetos), monitorados junto a P. bliteus.
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PR-150Embrapa (OpenAlex)2014
Biological control of Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Aphalaridae) in eucalyptus plantations
Pedro J. Ferreira-Filho; Carlos Frederico Wilcken; A. C. V. Lima et al.
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★ PR-071Embrapa (OpenAlex)2014
Resistência de clones de Eucalyptus ao psilídeo-de-concha
Joelma Melissa Malherbe Camargo; Keti Maria Rocha Zanol; Dalva Luiz de Queiroz et al.
Resistencia varietal: E. camaldulensis altamente suscetivel e E. urophylla resistente ao psilideo-de-concha.
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PR-001Repositório Alice · Embrapa2010
Feeding and oviposition preference of Ctenarytaina spatulata Taylor (Hemiptera, Psyllidae) for Eucalyptus spp. and other Myrtaceae in Brazil.
QUEIROZ, D. L. de; ZANOL, K. M. R.; OLIVEIRA, E. B. de et al.
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PR-069Embrapa (OpenAlex)2010
Feeding and oviposition preferences of Ctenarytaina spatulata Taylor (Hemiptera, Psyllidae) for Eucalyptus spp. and other Myrtaceae in Brazil
Dalva Luiz de Queiroz; Keti Maria Rocha Zanol; E. B. de Oliveira et al.
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PR-038Repositório Alice · Embrapa2024
Impacto de Chrysoperla externa na redução populacional de Glycaspis brimblecombei em eucalipto.
BISEWSKI, V. M.; ANJOS, B. F. dos; BEZERRA, J. C. F. et al.
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PR-092J Economic Entomology2022
Entomopathogenic Fungi, Isolated From Soils and<i>Bemisia tabaci</i>(Hemiptera: Aleyrodidae) Adults, to Manage the<i>Eucalyptus</i>Red Gum Lerp Psyllid<i>Glycaspis brimblecombei</i>(Hemiptera: Aphalaridae)
Maurício Magalhães Domingues; Paula Leite dos Santos; Bianca Cristina Costa Gêa et al.
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★ PR-068Embrapa (OpenAlex)2016
Effect of silicon application to Eucalyptus camaldulensis on the population of Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Aphalaridae)
Dalva Luiz de Queiroz; Joelma Melissa Malherbe Camargo; Renato Antônio Dedecek et al.
Silicio via solo (silicato de calcio) e foliar em E. camaldulensis reduz a populacao de G. brimblecombei.
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PR-135Repositório Alice · Embrapa2008
Efeito da aplicação de silício em plantas de Eucalyptus camaldulensis na indução de resistência ao psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Psyllidae).
SANTANA, D. L. de Q.; CAMARGO, J. M. M.; DEDECEK, R. A. et al.
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★ PR-095Neotropical Entomology2010
Efeito da estrutura da paisagem e do genótipo de Eucalyptus na abundância e controle biológico de Glycaspis brimblecombei Moore (Hemiptera: Psyllidae)
Jhonathan O. Silva; Karla Nunes Oliveira; Kenya J Santos et al.
Bordas com remanescente de cerrado reduzem G. brimblecombei e elevam o parasitismo por microhimenopteros.
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★ PR-097Neotropical Entomology2010
Ocorrência de Ctenarytaina eucalypti (Maskell) (Hemiptera: Psyllidae) e seu inimigo natural Psyllaephagus pilosus Noyes (Hymenoptera: Encyrtidae) em Eucalyptus globulus no Rio Grande do Sul
Cris Lisiê Kurylo; Mauro Silveira Garcia; Valmir Antônio Costa et al.
Psyllaephagus pilosus controla Ctenarytaina eucalypti com eficiencia que dispensa outros metodos.
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PR-029Repositório Alice · Embrapa2019
The parasitoid Psyllaephagus blastopsyllae (Hymenoptera: Encyrtidae), as potential control of the eucalypt psyllid Blastopsylla occidentalis (Hemiptera: Psylloidea), in Brazil.
QUEIROZ, D. L. de; SA, L. A. N. de; COSTA, V. A. et al.
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PR-124Repositório Alice · Embrapa2018
The parasitoid Psyllaephagus blastopsyllae as control agent of Blastopsylla occidentalis in eucalypt plantations in Brazil.
QUEIROZ, D. L. de; SA, L. A. N. de; COSTA, V. A. et al.
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PR-049Embrapa (OpenAlex)2018
Functional compartmentalisation of nutrients and phenolics in the tissues of galls induced by <i>Leptocybe invasa</i> (Hymenoptera: Eulophidae) on <scp><i>Eucalyptus camaldulensis</i></scp> (Myrtaceae)
Rosy Mary dos Santos Isaías; Bruno García Ferreira; Danielle Ramos de Alvarenga et al.
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PR-025Repositório Alice · Embrapa2018
Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) on Eucalyptus seedlings in Santa Catarina State, Brazil.
BARBOSA, L. R.; RODRIGUES, A. P.; SOUZA, A. R. de et al.
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PR-072Embrapa (OpenAlex)2013
Ocorrência de Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) em mudas de eucalipto no estado do Paraná
Dilerne Aparecida Moreno da Fonseca Rinaldi; Leonardo Rodrigues Barbosa; Carlos Frederico Wilcken et al.
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★ PR-019Repositório Alice · Embrapa2016
Liberações de Selitrichodes neseri (Hymenoptera: Eulophidae) para controle de Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) em eucalipto.
PURETZ, B. de O.; SOUZA, A. R. de; CARVALHO, V. R. de et al.
Liberacao de Selitrichodes neseri contra Leptocybe invasa: 151 parasitoides para 2.392 galhas.
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★ PR-022Repositório Alice · Embrapa2017
Selitrichodes neseri (Hymenoptera: Eulophidae) recovered from Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) galls after initial release on Eucalyptus (Myrtaceae) in Brazil, and data on its biology.
MASSON, M. V.; TAVARES, W. de S.; LOPES, F. de A. et al.
Selitrichodes neseri, importado da Africa do Sul (2015), recuperado em campo: potencial de estabelecimento.
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PR-129Repositório Alice · Embrapa2019
Multiplication and release of the imported natural enemy Selitrichodes neseri (Hymenoptera: Eulophidae) for the biological control of the wasp, Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) in Eucalyptus plantations in Brazil.
SA, L. A. N. de; PURETZ, B. O.; WILCKEN, C. F. et al.
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PR-098Pest Management Science2022
Electroantennographic and olfactory responses of <i>Quadrastichus mendeli</i> to eucalyptus volatiles induced by the gall‐forming insect <i>Leptocybe invasa</i>
Zong‐You Huang; Zuo‐Jun Liu; Xiaoyun Wang et al.
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★ PR-099Pest Management Science2020
Differential development times of galls induced by <i>Leptocybe invasa</i> (Hymenoptera: Eulophidae) reveal differences in susceptibility between two <i>Eucalyptus</i> clones
Maíra Ignacio Sarmento; Glória Pinto; Wagner L. Araújo et al.
Suscetibilidade a L. invasa difere entre clones; o numero de galhas e o parametro para medir resistencia.
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PR-100Pest Management Science2022
Cell death and changes in primary metabolism: the onset of defence in <i>Eucalyptus</i> in the war against <i>Leptocybe invasa</i>
Ismael de Oliveira Pinto; Maíra Ignacio Sarmento; Auxiliadora Oliveira Martins et al.
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PR-083Embrapa (OpenAlex)2024
Insights into Leptocybe invasa resistance in Eucalyptus: phenotyping, genotyping and in silico approaches.
Crislaine Costa Calazans; G.S. Pereira; Juliana Lopes Souza et al.
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★ PR-142Arquivos Inst Biologico2008
OCORRÊNCIA DE GONIPTERUS SCUTELLATUS GYLLENHAL (COLEOPTERA: CURCULIONIDAE) EM PLANTAÇÕES DE EUCALIPTO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Carlos Frederico Wilcken; Nádia Cristina de Oliveira; Robert Cardoso Sartório et al.
Gonipterus scutellatus no ES sem o parasitoide de ovos Anaphes nitens, seu principal inimigo natural.
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PR-126Repositório Alice · Embrapa2018
Resurgence of Gonipterus platensis in Eucalyptus plantations in South and Southeast regions of Brazil.
WILCKEN, C.; SOUZA, N. M.; RIBEIRO, M. F. et al.
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★ PR-051Embrapa (OpenAlex)2021
Entomopathogenic fungi as the microbial frontline against the alien Eucalyptus pest Gonipterus platensis in Brazil
Carolina Jordan; Paula Leite dos Santos; Leiliane Rodrigues dos Santos Oliveira et al.
Fungos B. bassiana IBCB-240 e M. anisopliae IBCB-364 sao letais a adultos de Gonipterus platensis.
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★ PR-047Crop Protection2023
Screening five local entomopathogenic nematode species for their virulence against pupae of the Eucalyptus snout beetle, Gonipterus sp. n. 2, under laboratory conditions
Innocent L. Rakubu; Agil Katumanyane; Brett P. Hurley
Nematoide Steinernema yirgalemense causa 100% de mortalidade em pupas de Gonipterus no solo.
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PR-086Embrapa (OpenAlex)2021
First Record of A New Microsporidium Pathogenic to the Eucalyptus Snout Beetle in Brazil
Carolina Jordan; Vanessa Henriques Carvalho; Gabriel Moura Mascarin et al.
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★ PR-045Arquivos Inst Biologico2012
Avaliação de danos de adultos de Costalimaita ferruginea (Fabricius) (Col.: Crysomelidae) em Eucalyptus spp. na região de Presidente Prudente, SP
Silvia Montes; Mário Eidi Sato; Adalton Raga et al.
Besouro-amarelo Costalimaita ferruginea: E. urophylla e urograndis sao as folhas mais preferidas e danificadas.
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PR-053Embrapa (OpenAlex)2016
Primeiro registro do besouro-amarelo-do-eucalipto em plantio de eucalipto no Estado do Acre
Rodrigo Souza Santos; Roberto Calderón Gonçalves; Norivaldo dos Anjos Silva
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PR-082Embrapa (OpenAlex)2019
Ocorrência e análise de injúrias de &lt;i&gt;Costalimaita ferruginea&lt;/i&gt; (Fabricius, 1801) (Coleoptera: Chrysomelidae) em clones de &lt;i&gt;Eucalyptus&lt;/i&gt; em Alagoas
Maria Eugênia Vieira Xavier; Mariana Oliveira Breda; Elmadã Pereira Gonzaga et al.
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★ PR-036Repositório Alice · Embrapa2022
Desafios do manejo de lagartas desfolhadoras de eucalipto.
WILCKEN, C. F.; SANTOS, F. A.; BARBOSA, L. R. et al.
Complexo de lagartas desfolhadoras: area atacada saltou de 100 mil (2017) para 860 mil ha (2021); Bt+Trichogramma+Podisus.
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PR-149Embrapa (OpenAlex)2000
Temporal Variations of Lepidoptera Collected in an Eucalyptus Plantation in the State of Goiás, Brazilt†
F. S. Ramalho; José Cola Zanúncio; Efigênio Teixeira Lopes et al.
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PR-054Embrapa (OpenAlex)2011
Thermal requirements and estimate number of generations of Palmistichus elaeisis (Hymenoptera: Eulophidae) in different Eucalyptus plantations regions
FF Pereira; J. C. Zanuncio; H.S.N. Oliveira et al.
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PR-127Repositório Alice · Embrapa2019
Protocolo de produção de eulofídeos para controle biológico de lepidópteros desfolhadores em plantios de eucalipto.
PEREIRA, F. F.; CARDOSO, C. R. G.; LUCCHETTA, J. T. et al.
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PR-132Repositório Alice · Embrapa2007
First record of trichogramma pratissolii in Eucalyptus spp. Plantation in the state of Minas Gerais - Brazil.
VIANNA, U. R.; PRATISSOLI, D.; ZANUNCIO, J. C. et al.
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PR-143Arquivos Inst Biologico2008
UTILIZAÇÃO DE MUDAS DE EUCALYPTUS GRANDIS MELHORA A CRIAÇÃO DO PREDADOR BRONTOCORIS TABIDUS (HET.: PENTATOMIDAE) EM LABORATÓRIO
Teresinha Vinha Zanuncio; Cecília H. F. Gomides; P.S.R. Vargas et al.
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PR-148Embrapa (OpenAlex)2009
Mortality of the defoliator Euselasia eucerus (Lepidoptera: Riodinidae) by biotic factors in an Eucalyptus urophylla plantation in Minas Gerais State, Brazil
José Cola Zanúncio; Jorge B. Torres; Camilla Atsumi Zanuncio Sediyama et al.
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PR-039Repositório Alice · Embrapa2024
Estratégias de monitoramento populacional de Gryllus spp.(Orthoptera: Gryllidae) em plantios de eucalipto.
ARAÚJO, D. S. de; NASCIMENTO, A. C. S.; QUEIROZ, T. D. S. et al.
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PR-058Embrapa (OpenAlex)2020
Bioecological aspects of the common black field cricket, Gryllus assimilis (Orthoptera: Gryllidae) in the laboratory and in Eucalyptus (Myrtaceae) plantations
Marcus Vinícius Masson; Wagner de Souza Tavares; Jacyr Mesquita Alves et al.
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PR-136Repositório Alice · Embrapa2008
Caracterização de danos de Gryllus sp. (Orthoptera, Gryllidae) em plantas de eucalipto de diferentes idades e diâmetros de colo, em laboratório.
BARBOSA, L. R.; IEDE, E. T.; ROCHA, V. J. et al.
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PR-032Repositório Alice · Embrapa2021
Principais pragas em viveiros de mudas de eucalipto.
QUEIROZ, D. L. de; SOLIMAN, E. P.; BURCKHARDT, D.
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PR-015Repositório Alice · Embrapa2015
Avaliação da ocorrência de pragas exóticas de Eucalyptus sp, Glycaspis brimblecombei E Thaumastocoris peregrinus, e do bioagente exótico Psyllaephagus bliteus em três regiões de São Paulo no ano de 2013.
MAFRA, D. E. da S.; SA, L. A. N. de; PESSOA, M. C. P. Y. et al.
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PR-044Arquivos Inst Biologico2016
First record of Myzus persicae (Sulzer, 1776) in Eucalyptus urophylla S. T. Blake
Estela Rosana Durães Vieira; Marcus Alvarenga Soares; Enilson de Barros Silva et al.
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PR-141Arquivos Inst Biologico2008
OCORRÊNCIA DE BEMISIA TABACI BIÓTIPO B EM EUCALYPTUS CAMALDULENSIS
Carolina Souza Ferreira; L.C. Torres; César Freire Carvalho et al.
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PR-006Repositório Alice · Embrapa2012
Controle informatizado do monitoramento de pragas de Eucalyptus spp. por cartão amarelo em hortos florestais.
LAZARIN, D. F.; VIDAL, S. B.; SA, L. A. N. de et al.
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PR-114Repositório Alice · Embrapa2012
Ferramenta computacional para o controle de registros de monitoramento de pragas de eucalipto por cartão armadilha.
LAZARIN, D. F.; PESSOA, M. C. P. Y.; VIDAL, S. B. et al.
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PR-066Embrapa (OpenAlex)2016
Can the Understory Affect the Hymenoptera Parasitoids in a Eucalyptus Plantation?
Onice Teresinha Dall’Oglio; R. C. Ribeiro; Francisco de Souza Ramalho et al.
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PR-073Embrapa (OpenAlex)2016
Sarsina violascens spatial and temporal distributions affected by native vegetation strips in eucalyptus plantations
José Cola Zanuncio; Wagner de Souza Tavares; Francisco de Sousa Ramalho et al.
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PR-122Repositório Alice · Embrapa2017
Influência das mudanças climáticas nas zonas de ocorrência do percevejo bronzeado do eucalipto.
WREGE, M. S.; BARBOSA, L. R.; AUER, C. G. et al.
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Daninhas (43)

★ DA-041Planta Daninha2011
Seletividade do herbicida saflufenacil a Eucalyptus urograndis
M.R.R Pereira; D. Martins; A.C.P. Rodrigues et al.
Saflufenacil em E. urograndis: o adjuvante Dash aumenta a fitotoxicidade à cultura
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★ DA-064Planta Daninha2000
Efeito de períodos de controle de plantas daninhas sobre o desenvolvimento inicial de plantas de eucalipto
Roberto Toledo; Ricardo Victória Filho; Robinson Antônio Pitelli et al.
Período anterior à interferência da braquiária < 14-28 dias após transplante: estabelecimento é a fase crítica
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★ DA-067Planta Daninha2000
Efeitos da faixa de controle do capim-braquiária (Brachiaria decumbens) no desenvolvimento inicial de plantas de eucalipto
Roberto Toledo; Ricardo Victória Filho; Pedro Luís da Costa Aguiar Alves et al.
Faixa de controle >=100 cm de cada lado da linha assegura maior diâmetro, altura e crescimento do eucalipto
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★ DA-039Planta Daninha2013
Eucalyptus growth in silvopastoral system under different crown dia meters
M.S. Machado; Lino Roberto Ferreira; Sílvio Nolasco de Oliveira Neto et al.
Coroamento de 2,51-2,64 m de diâmetro maximiza crescimento em altura e diâmetro sob Brachiaria decumbens
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★ DA-033Planta Daninha2015
Grass Weeds Interfering with Eucalypt: Effects of the Distance of Coexistence on the Initial Plant Growth
Y. Graat; Jivago Oliveira Rosa; Mariluce Pascoína Nepomuceno et al.
Cada cm mais perto, U. ruziziensis reduz massa seca caule/folha em 0,06/0,32 g/planta (U. decumbens 0,03/0,14)
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★ DA-036Planta Daninha2016
Eucalypt Growth Submitted to Management of Urochloa spp.
G. L. Ferreira; Douglas Teixeira Saraiva; G.P. QUEIROZ et al.
Convivência com Urochloa não afeta até 50 dias, mas aos 107 DAT reduz diâmetro do colo, massa seca e área foliar
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DA-063Planta Daninha2003
Efeito alelopático de plantas daninhas e concentrações de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) no desenvolvimento inicial de eucalipto (Eucalyptus grandis)
Luciana Sandra Bastos de Souza; Edivaldo Domingues Velini; R.C.S. Maiomoni-Rodella
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DA-069Planta Daninha2005
Exsudação radicular do glyphosate por Brachiaria decumbens e seus efeitos em plantas de eucalipto e na respiração microbiana do solo
Leonardo David Tuffi Santos; F.A. Ferreira; N. F. de Barros et al.
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DA-038Planta Daninha2013
Floristic and structural variation of weeds in eucalyptus plantations as influenced by relief and time of year
Leonardo David Tuffi Santos; O. Cardoso Filho; A. Santos Júnior et al.
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★ DA-003Repositório Alice · Embrapa2010
Capim-colonião e seus efeitos sobre o crescimento inicial de clones de Eucalyptus x urograndis.
CRUZ, M. B. da; ALVES, P. L. da C. A.; KARAM, D. et al.
Capim-colonião (Panicum maximum) reduz o crescimento inicial de clones de Eucalyptus x urograndis
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DA-015Embrapa (OpenAlex)2010
Capim-colonião e seus efeitos sobre o crescimento inicial de clones de &lt;i&gt;Eucalyptus &lt;/i&gt;× &lt;i&gt;urograndis&lt;/i&gt;
Michelle Barbeiro da Cruz; Pedro Luís da Costa Aguiar Alves; D. Karam et al.
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DA-007Repositório Alice · Embrapa2021
Interferência de Commelina benghalensis no crescimento inicial de Eucalyptus grandis no inverno e no verão.
COSTA, A. G. F.; BACHA, A. L.; PIRES, R. N. et al.
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DA-014Embrapa (OpenAlex)2021
Interferência de &lt;i&gt;Commelina benghalensis&lt;/i&gt; no crescimento inicial de &lt;i&gt;Eucalyptus grandis&lt;/i&gt; no inverno e no verão
Augusto Guerreiro Fontoura Costa; Allan Lopes Bacha; Rodrigo Pires et al.
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★ DA-031Planta Daninha2018
Population Interference of Glyphosate Resistant and Susceptible Ryegrass on Eucalyptus Initial Development
Andreísa Flores Braga; Arthur Arrobas Martins Barroso; Cárita Liberato do Amaral et al.
Azevém (Lolium multiflorum) resistente/suscetível ao glifosato reduz altura e diâmetro do eucalipto com a densidade
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DA-065Planta Daninha2006
Intoxicação de espécies de eucalipto submetidas à deriva do glyphosate
Leonardo David Tuffi Santos; F.A. Ferreira; Lino Roberto Ferreira et al.
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★ DA-066Planta Daninha2007
Crescimento do eucalipto sob efeito da deriva de glyphosate
Leonardo David Tuffi Santos; A.F.L. Machado; Rafael Gomes Viana et al.
Deriva de glifosato: intoxicação inicial >31% reduz altura/diâmetro até 360 DAA (>41% reduz ganho em altura)
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★ DA-082Planta Daninha2015
GLYPHOSATE DRIFT IN EUCALYPTUS PLANTS
A. dos Santos; Leonardo David Tuffi Santos; F.A. Ferreira et al.
Deriva de glifosato em ramos baixos reduz o stand do eucalipto em 18,7-38,2%
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★ DA-073Planta Daninha2006
Características da epiderme foliar de eucalipto e seu envolvimento com a tolerância ao glyphosate
Leonardo David Tuffi Santos; Lourdes Iarema; Marcela Thadeo et al.
Tolerância diferencial ao glifosato entre espécies; E. resinifera a mais tolerante à deriva
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DA-027Planta Daninha2019
Differential Tolerance of Clones of Eucalyptus grandis Exposed to Drift of the Herbicides Carfentrazone-Ethyl and Glyphosate
Samuel A. Santos; Leonardo David Tuffi Santos; Acelino C. Alfenas et al.
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DA-029Planta Daninha2020
Use of Fertiactyl Pos® for Protection of Eucalyptus Plants Subjected to Herbicide Drift
A. SANTOS JR.; Francisco Cláudio Lopes de Freitas; Izabela Thaís dos Santos et al.
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★ DA-030Planta Daninha2017
Protective Effect on Eucalyptus Plants and Signal Grass Control with a Tank Mixture of Glyphosate and Liquid fertilizer
M.S. Machado; Lino Roberto Ferreira; Gustavo Antônio Mendes Pereira et al.
Fertilizante líquido na calda protege o eucalipto e mantém o controle da braquiária (glifosato 1080 g/ha mata)
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★ DA-034Planta Daninha2012
Seletividade e absorção radicular do sulfentrazone em clones de eucalipto
Caio Antônio Carbonari; Edivaldo Domingues Velini; Giovanna Larissa Gimenes Cotrick Gomes et al.
Sulfentrazone (400-600 g/ha) com seletividade variável entre clones; FB3 o mais tolerante
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★ DA-028Planta Daninha2010
Eficácia da utilização de grânulos de argila como veículo para a aplicação aérea de sulfentrazone e isoxaflutole em área de implantação de eucalipto
Caio Antônio Carbonari; Edivaldo Domingues Velini; J.R.M. Silva et al.
Sulfentrazone+isoxaflutole em grânulos de argila (aéreo) controla B. decumbens, Ipomoea, Merremia e Panicum maximum
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★ DA-078Planta Daninha2000
Azafenidin: novo herbicida para o controle de plantas daninhas em Eucalyptus camaldulensis
Jamil Constantin; Reisla Oliveira; Cleber Daniel de Góes Maciel
Azafenidin >=500 g/ha controla B. decumbens, C. benghalensis, Richardia e Sida por até 180 dias em pré-emergência
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★ DA-022Embrapa (OpenAlex)2015
WEED CONTROL AND BORON NUTRITION ON Eucalyptus IN SILVOPASTORAL SYSTEM
A. M. Brighenti; Marcelo Dias Müller; Adílson de Oliveira et al.
Glifosato 1080 g/ha + chlorimuron/isoxaflutole ou oxyfluorfen em eucalipto; boro não afetou o controle
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★ DA-037Planta Daninha2018
Initial Development of Eucalyptus According to Different Desiccation Periods of Signalgrass
Y. Graat; Allan Lopes Bacha; Mariluce Pascoína Nepomuceno et al.
Dessecar a braquiária antes do plantio é melhor que aplica-planta no mesmo dia
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DA-035Planta Daninha2014
Métodos de controle de plantas daninhas e desrama precoce no crescimento do eucalipto em sistema silvipastoril
M.S. Machado; Lino Roberto Ferreira; Sílvio Nolasco de Oliveira Neto et al.
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DA-076Planta Daninha2006
Exsudato radicular de imazapyr aplicado sobre mudas de diferentes clones de eucalipto
Gislando Vinícius Rocha de Souza; Lino Roberto Ferreira; Carlos Sigueyuki Sediyama et al.
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DA-077Planta Daninha2004
Root exudation of imazapyr by eucalypt, cultivated in soil
C.M.M. Silva; Lino Roberto Ferreira; F.A. Ferreira et al.
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★ DA-001Advances Weed Science2023
Safety of genetically modified glyphosate-tolerant eucalyptus designed for integrated weed management
Dror Avisar; Tatiane Dias; Adelson Duarte Dos Santos et al.
Eucalipto transgênico HT-glifosato (FuturaGene/Suzano) aprovado em 2021; cultura ocupa 7,5 mi ha no Brasil
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DA-023Pest Management Science2017
Low doses of glyphosate enhance growth, CO<sub>2</sub> assimilation, stomatal conductance and transpiration in sugarcane and eucalyptus
Renan Fonseca Nascentes; Caio Antônio Carbonari; Plínio Saulo Simões et al.
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★ DA-006Repositório Alice · Embrapa2017
Comunidade de plantas daninhas em diferentes distâncias de renques de eucalipto em sistema iLPF.
FERNANDES, D. O.; IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D. et al.
Comunidade de daninhas varia com a distância dos renques em iLPF; sistema integrado suprime por competição
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DA-112Repositório Alice · Embrapa2019
Biologia e manejo de plantas daninhas em sistemas integrados.
IKEDA, F. S.
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DA-018Embrapa (OpenAlex)2018
Weed Seed Bank in an Agroforestry System With Eucalyptus in Subtropical Brazil
Leonardo Deiss; Aníbal de Moraes; Allan Libanio Pelissari et al.
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DA-089Repositório Alice · Embrapa2014
Caracterização florística de bancos de sementes em sistemas integrados de produção com diferentes níveis de sombreamento.
IKEDA, F. S.; MENEGATTI, L.; BOTTI, F.
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★ DA-081Embrapa (OpenAlex)2018
Sticky Nightshade Infestation and Dispersion on an Integrated Soybean-Eucalyptus System at Subtropical Brazil
Leonardo Deiss; Aníbal de Moraes; Allan Libanio Pelissari et al.
Eucalipto suprime infestação/dispersão de Solanum sisymbriifolium perto das fileiras duplas em soja-eucalipto
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DA-050Repositório Alice · Embrapa2023
Relações entre o espaçamento e a densidade de árvores de eucalipto (Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden) com o desenvolvimento do capim annoni (Eragrostis plana Nees) em sistema silvipastoril em campo nativo infestado.
TONINI, H.; PEREZ, N. B.
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DA-095Repositório Alice · Embrapa2015
Integração lavoura-pecuária-floresta como estratégia para aumentar a produtividade e prover serviços ambientais no noroeste do Paraná.
FRANCHINI, J. C.; BALBINOT JUNIOR, A. A.; DEBIASI, H. et al.
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DA-021Embrapa (OpenAlex)2017
Growth and yield of corn forage intercropped with marandu grass in an agrosilvopastoral system with eucalyptus
Miguel Sales Domingues; Cristiana Andrighetto; Gelci Carlos Lupatini et al.
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DA-113Repositório Alice · Embrapa2019
Consórcio milho x braquiária em sistemas integrados de produção de leite.
COLETTI, A. J.; MONTEIRO, R. A. C.; LAZARINI, E.
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DA-040Planta Daninha2014
Resposta fisiológica de espécies de eucalipto cultivadas em solo tratado com herbicidas mimetizadores de auxinas
Rodrigo Eduardo Barros; Leonardo David Tuffi Santos; Leandro Roberto da Cruz et al.
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DA-043Weed Science2013
<i>Eucalyptus globulus</i> Leaves Incorporated as Green Manure for Weed Control in Maize
Carolina G. Puig; Lorena Álvarez-Iglesias; Manuel J. Reigosa et al.
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DA-054Crop Protection2019
On the suitability of Eucalyptus globulus green manure for field weed control
Carolina G. Puig; Pedro Revilla; M.E. Barreal et al.
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